Mercado abrirá em 5 h 44 min
  • BOVESPA

    111.289,18
    +1.085,18 (+0,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.037,05
    -67,35 (-0,13%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,63
    -0,72 (-0,82%)
     
  • OURO

    1.811,10
    -18,60 (-1,02%)
     
  • BTC-USD

    35.949,39
    -1.699,70 (-4,51%)
     
  • CMC Crypto 200

    818,24
    -37,58 (-4,39%)
     
  • S&P500

    4.349,93
    -6,52 (-0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.168,09
    -129,61 (-0,38%)
     
  • FTSE

    7.469,78
    +98,32 (+1,33%)
     
  • HANG SENG

    23.674,49
    -615,41 (-2,53%)
     
  • NIKKEI

    26.164,73
    -846,60 (-3,13%)
     
  • NASDAQ

    13.930,75
    -227,75 (-1,61%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,0937
    -0,0127 (-0,21%)
     

China pressionou a Amazon a excluir as avaliações do livro de Xi Jinping

·2 min de leitura

Sendo uma das maiores economias do mundo, a China é responsável por impulsionar os negócios de grandes empresas, no entanto, qualquer firma que deseja se estabelecer no mercado do país deve obedecer às rígidas leis estabelecidas pelo governo, e foi o que aconteceu com a Amazon.

De acordo com a Reuters, o país asiático pressionou o marketplace a apagar todos os comentários e resenhas relacionadas com o livro “Governança da China”, um resumo dos discursos e escritos do primeiro-ministro da China, Xi Jinping.

Ao acessar a Amazon.cn, o domínio do marketplace na China, não é possível visualizar resenhas ou classificações do livro. Fontes familiares com o assunto informaram à Reuters que a demanda da retirada de classificações e comentários sobre o título foi feita depois que leitores deram notas baixas e fizeram comentários negativos à publicação. "Acho que a questão era qualquer coisa abaixo de cinco estrelas", disse uma das fontes à Reuters.

Com base em relatórios do The Post, outros livros disponíveis na Amazon do país possuem resenhas e classificações aparentes. As avaliações são consideradas uma parte fundamental do sistema da Amazon por contribuir com os algoritmos que servem para auxiliar na sugestão de produtos e na venda cruzada, uma técnica de venda usada para convencer um cliente a gastar mais comprando um produto relacionado ao que ele já comprou.

“A Amazon cumpre com todas as leis e regulamentos aplicáveis, onde quer que operemos, e a China não é exceção", disse o gigante do comércio eletrônico à Bloomberg em uma declaração. A Amazon está presente na China desde 2004, ano em que lançou o Kindle, seu leitor de e-books. No final de 2017, a China já representava o maior mercado global do leitor de livros digitais, correspondendo a 40% do market share global de vendas, segundo um documento interno de 2018 da Reuters.

Apesar de cumprir com as leis das autoridades chinesas, a empresa sediada em Seattle reconheceu os desafios que enfrenta no país em um documento interno de informação de 2018, de acordo com o relatório da Reuters.

Outras empresas, incluindo Canada Goose, Nike, Adidas e outras foram recentemente alvo do governo chinês, que está assumindo uma postura agressiva em relação às empresas que falam sobre direitos humanos e outras questões na China.

Além delas, a Yahoo! e o LinkedIn, da Microsoft, também saíram do mercado chinês este ano, citando um ambiente de negócios e jurídico cada vez mais desafiador no país.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos