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China pode lançar missão interestelar seguindo os passos das Voyager, da NASA

Felipe Junqueira

A China pretende realizar uma missão parecida com as das Voyager, da NASA, enviando sondas para a área além da influência dos ventos solares, a uma área que já é considerada como espaço interestelar. Porém, diferente da missão da agência espacial norte-americana, os chineses planejam enviar uma sonda para um local ainda inexplorado pela humanidade.

O diretor do Instituto de Física Espacial e Tecnologia Aplicada da Universidade de Pequim, Zong Qiugang, disse que a missão “vai nos permitir descobrir, explorar e entender processos astrofísicos fundamentais no maior laboratório de plasma - a heliosfera”. A ideia é lançar a primeira sonda em 2024.

As duas Voyager, lançadas nos anos 1970, já estão no espaço interestelar (Imagem: NASA/JPL-Caltech)
As duas Voyager, lançadas nos anos 1970, já estão no espaço interestelar (Imagem: NASA/JPL-Caltech)

Por enquanto chamada IHP, sigla em inglês para “sonda heliosfera interestelar”, a primeira nave interestelar chinesa deve percorrer um caminho parecido com o das Voyager, que já estão fora da heliosfera. A IHP-1 sobrevoaria Netuno, faria medições da bolha de gás eletricamente carregada que rodeia o Sistema Solar e, então, iria para o espaço interestelar. Essa sonda sairia da heliosfera pelo o que cientistas chamam de "cabeça" do que seria uma espécie de "cometa" formado pelo Sistema Solar, conforme viajamos pela Via Láctea.

Já a segunda sonda iria para o que se acredita ser o "rabo", área não explorada e pouco conhecida. A IHP-2, caso seja bem sucedida, poderia ajudar a responder se essa cauda se fecha em algum ponto, como acontece com a cauda de um cometa.

O projeto ainda não foi formalmente aprovado, mas cientistas chineses estão levando as pesquisas a sério. Eles esperam conseguir aprovar a missão até 2021 ou, o mais tardar, em 2022. A ideia é alcançar a distância de 100 unidades astronômicas da Terra até 2049, marcando o 100º aniversário de fundação da República Popular da China.

Fonte: Canaltech

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