Mercado fechado
  • BOVESPA

    116.375,25
    -1.185,58 (-1,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.728,87
    -597,81 (-1,29%)
     
  • PETROLEO CRU

    93,20
    +4,75 (+5,37%)
     
  • OURO

    1.701,80
    -19,00 (-1,10%)
     
  • BTC-USD

    19.572,77
    -361,69 (-1,81%)
     
  • CMC Crypto 200

    445,50
    -9,53 (-2,09%)
     
  • S&P500

    3.639,66
    -104,86 (-2,80%)
     
  • DOW JONES

    29.296,79
    -630,15 (-2,11%)
     
  • FTSE

    6.991,09
    -6,18 (-0,09%)
     
  • HANG SENG

    17.740,05
    -272,10 (-1,51%)
     
  • NIKKEI

    27.116,11
    -195,19 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    11.096,25
    -445,50 (-3,86%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,0768
    -0,0367 (-0,72%)
     

China mostra sinais de recuperação, mas pessimismo prevalece

(Bloomberg) -- A economia da China mostra sinais de recuperação em resposta às medidas de estímulo do governo, mas a queda do mercado imobiliário e os surtos de Covid continuam a pesar nas perspectivas para o país.

Produção industrial, vendas no varejo e investimentos em ativos fixos todos cresceram mais rápido do que os economistas esperavam no mês passado. O desemprego urbano caiu para 5,3%, enquanto o desemprego entre jovens caiu de um nível recorde.

O aumento das vendas no varejo decorreu em parte de uma base de comparação menor em relação ao ano anterior, e também de um impulso nas vendas de carros depois que Pequim ofereceu subsídios aos compradores de veículos elétricos. A produção industrial foi apoiada por um salto na geração de energia durante a onda de calor de agosto, uma recuperação que dificilmente será sustentada.

Apesar dos sinais de melhora, a recuperação continua frágil à medida que os surtos de Covid se espalham pelo país e o governo aperta restrições para conter infecções antes do congresso de liderança do Partido Comunista no próximo mês.

A crise imobiliário também não mostra sinais de alívio. Os preços de imóveis recuaram pelo 12º mês consecutivo, e a contração em agosto foi maior do que em julho, segundo relatório também divulgado na sexta-feira.

“Embora os dados de hoje sejam melhores do que o esperado, é improvável que mude o pessimismo predominante em relação à China, dados os vários ventos contrários em andamento, incluindo Covid Zero, crise imobiliária e a falta de medidas políticas decisivas antes do congresso do Partido”, disse Larry Hu, economista-chefe para China do Macquarie Group.

O mercado também não se impressionou com a melhora nos dados de atividade. A desvalorização do yuan continuou a pesar sobre o sentimento e as bolsas asiáticas terminaram a semana em queda.

O governo disse que os dados mostraram que “a economia resistiu aos impactos de vários fatores inesperados e sustentou o impulso da recuperação”. Mas a China enfrenta uma situação mais complexa e difícil este ano do que em 2020, dada a dificuldade em controlar os surtos de Covid e a desaceleração da economia global, disse Fu Linghui, porta-voz da agência de estatísticas do país.

More stories like this are available on bloomberg.com

©2022 Bloomberg L.P.