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China já começa a comprar milho da próxima safra dos EUA

Isis Almeida, Michael Hirtzer e Alfred Cang
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A China já começou a comprar milho da safra que agricultores dos Estados Unidos começarão a colher no outono do hemisfério norte, em mais um sinal de oferta global apertada.

O país asiático, maior importador mundial de commodities, comprou milho americano para embarque no quarto trimestre, segundo pessoas a par do assunto que não quiseram ser identificadas. A safra de outono está sendo plantada, e tradings estimam que as vendas para a China foram de pelo menos 1 milhão de toneladas.

A China está repondo o plantel de suínos mais rápido do que o esperado, depois que a peste suína africana reduziu o número de animais nos últimos anos. A recuperação tem aumentado a demanda por milho para ração. À medida que o país restaura a produção de carne suína com práticas agrícolas mais modernas, criadores de menor porte estão sendo substituídos por operações profissionais conhecidas como hotéis de suínos, que geralmente fornecem mais grãos aos porcos em vez de sobras de alimentos. Também se especula que a China está estocando grãos.

Exportadores dos EUA já venderam mais de 20 milhões de toneladas de milho para entrega na China nesta temporada, um recorde, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos EUA. A agência ainda não divulgou dados de nenhuma encomenda para a próxima temporada, mas algumas compras podem ter sido concluídas sem divulgação.

O aumento da demanda por suprimentos americanos ocorre quando o clima seco ameaça as lavouras no Brasil, que é o segundo maior exportador de milho depois dos EUA. Embora a China não compre frequentemente grandes quantidades do Brasil, a situação ainda restringe a oferta global. Importadores normalmente recorrem à América do Sul em busca de suprimento para os próximos meses, antes do início da colheita nos Estados Unidos no outono.

A previsão é de que a China importe 28 milhões de toneladas de todos os países na temporada 2020-2021, segundo relatório do USDA esta semana. Embora as compras devam cair para 15 milhões de toneladas no ano seguinte, ainda é o dobro da cota estabelecida pela Organização Mundial do Comércio, que permite às empresas da China importarem o grão com tarifa mais baixa.

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©2021 Bloomberg L.P.