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China impulsiona comércio alemão, mas Brexit afeta negócios com Reino Unido

·1 minuto de leitura

BERLIM (Reuters) - As exportações alemãs aumentaram em fevereiro, impulsionadas por um salto no comércio com a China, em um novo sinal de que as fábricas estão ativas na maior economia da Europa, apesar de uma queda acentuada nas trocas com o Reino Unido após o Brexit.

As exportações cresceram 0,9% em fevereiro sobre janeiro, com ajuste sazonal, após um crescimento revisado para cima de 1,6% em janeiro, informou o Escritório Federal de Estatísticas nesta sexta-feira. As importações se elevaram 3,6%, após queda de 3,5% no mês anterior.

Pesquisa Reuters apontava aumento de 1,0% nas exportações e 2,4% nas importações. O superávit comercial diminuiu para 19,1 bilhões de euros. As exportações para a China aumentaram 25,7% em fevereiro sobre o mesmo mês de 2020.

Por outro lado, em fevereiro, as exportações alemãs para o Reino Unido caíram 12,2% frente a um ano antes, e as importações recuaram 26,9%, informou a agência. A Alemanha é o maior parceiro comercial do Reino Unido.

As exportações para os Estados da UE caíram 0,3% em fevereiro ante o mesmo mês de 2020, e as importações aumentaram 0,7%.

"As empresas alemãs estão se beneficiando da forte demanda estrangeira. Mesmo que haja contratempos no momento, as coisas tendem a melhorar para a indústria alemã", disse Thomas Gitzel, do VP Bank.

(Por Paul Carrel e Rene Wagner)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5047 2838))

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