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China deve baixar taxas referenciais de empréstimo para reanimar economia instável

Pedestres caminham em frente ao banco central da China, em Pequim

XANGAI (Reuters) - A China deve reduzir suas taxas de empréstimo de referência na segunda-feira, mostrou uma pesquisa da Reuters, com a grande maioria dos participantes prevendo um corte mais profundo na principal taxa de hipotecas para impulsionar o setor imobiliário e a economia em geral.

A taxa primária de empréstimos (LPR, na sigla em inglês), que os bancos normalmente cobram de seus melhores clientes, é definida por 18 credores comerciais designados que submetem as propostas para os juros ao Banco do Povo da China.

Vinte e cinco dos 30 entrevistados na pesquisa da Reuters previram uma redução de 10 pontos-base na LPR de um ano.

Todos os 30 participantes esperam um corte na taxa de cinco anos, com 27, ou 90% deles, prevendo redução superior a 10 pontos-base. Entre eles, 15 operadores e analistas previram corte de 15 pontos, 10 previram um corte de 20 pontos e os dois restantes apontaram redução de 25 pontos-base.

A maioria dos empréstimos novos e pendentes da China tem como base a LPR de um ano, que agora está em 3,70%, após uma redução em janeiro. A taxa de cinco anos, que foi reduzida pela última vez em maio, influencia o preço das hipotecas residenciais e está agora em 4,45%.

"Achamos que isso pode se traduzir em mais transmissão de flexibilização para a economia real, por meio de possíveis cortes da LPR na próxima semana", disse Peiqian Liu, economista-chefe para China na NatWest, já que a LPR está agora vagamente atrelada à taxa da ferramenta de empréstimo de médio prazo do banco central.

A notável inclinação 'dovish', ou mais estimulativa, da política monetária do banco central chinês veio depois que uma série de indicadores importantes, incluindo dados de crédito e atividade, mostrou que a economia desacelerou inesperadamente em julho.

(Por Li Hongwei e Brenda Goh)