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China dá boas vindas à executiva da Huawei, mas se silencia sobre canadenses soltos

·1 minuto de leitura

Por David Kirton e David Stanway

SHENZHEN/TORONTO (Reuters) - A diretora financeira da Huawei, Meng Manzhou, chegou à China neste sábado, encerrando uma disputa de extradição de quase três anos, no mesmo dia em que dois canadenses detidos em Pequim por mais de 1.000 dias voltaram para casa, o que pode quebrar o gelo da relação entre os dois países.

Meng, filha do fundador da Huawei Technologies, Ren Zhengfei, recebeu permissão para voltar para casa após chegar a um acordo com promotores norte-americanos na sexta-feira para encerrar o processo contra ela por fraude. O acordo resultou no cancelamento de uma audiência de extradição aos EUA em um tribunal de Vancouver naquele mesmo dia.

O drama de extradição que durou anos tem sido uma fonte central de discordância entre Pequim e Washington. Autoridades chinesas sinalizaram que o processo teria que ser retirado para encerrar um impasse diplomático.

A imprensa estatal chinesa deu as boas-vindas a Meng de volta à "pátria mãe" neste sábado, classificando as acusações de fraude bancária como sem fundamento.

Mas a imprensa chinesa ficou quieta sobre Michael Kovrig e Michael Spavor, os dois canadenses libertados da custódia da China em um ato aparentemente recíproco de Pequim.

Detidos pelas autoridades chinesas apenas dias depois da prisão de Meng, eles também foram libertados horas depois de Meng, afirmou o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau.

(Por David Kirton em Shenzhen e David Stanway em Xangai; Reportagem adicional de Yew Lun Tian em Pequim e Denny Thomas em Toronto)

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