Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -634,97 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,16 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    -0,13 (-0,18%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -0,10 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    38.998,43
    +3.037,04 (+8,45%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,40 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,23 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,87 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    -1,50 (-0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1913
    +0,0378 (+0,61%)
     

China continua a comprar milho dos EUA e pressionar suprimentos

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O clima seco no Brasil redireciona os fluxos comerciais e leva a China a comprar grãos dos Estados Unidos, o que impulsiona os preços globais.

O Brasil costuma ser o maior mercado para o milho nesta época do ano, mas atrasos no plantio e a seca prejudicaram a safrinha. Como resultado, a China tem comprado regularmente milho dos EUA nas últimas duas semanas, disseram pessoas a par do assunto.

As compras da China pressionam a oferta global e já elevaram os preços ao nível mais alto em oito anos. Isso também aumenta o custo de rações para galinhas, suínos e vacas e gera temores de inflação dos alimentos.

Exportadores dos EUA venderam 680 mil toneladas de milho à China para entrega no ano comercial que começa em 1º de setembro, disse o Departamento de Agricultura dos EUA na terça-feira. Esse volume segue compras pesadas na segunda-feira e na semana passada. Muitas das vendas correspondem à safra dos EUA sendo plantada atualmente.

Historicamente, a China não tem sido um grande importador de milho, mas agora seus plantéis de suínos se recuperam mais rápido do que o esperado da peste suína africana. Fazendas profissionais estão substituindo as operações de menor porte, o que leva a uma maior demanda por grãos para ração, já que pequenos criadores tendem a alimentar porcos com restos de comida em vez de milho e farelo de soja.

Operadores acompanharão de perto o relatório mensal dos EUA sobre a oferta e demanda global na quarta-feira para ver quanto da demanda por ração está sendo transferida para o trigo devido à disparada dos preços do milho, segundo relatório de Arlan Suderman, economista-chefe de commodities da StoneX.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.