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China consolida posição como principal credor dos países pobres

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(Arquivo) O presidente do Banco Mundial, David Malpass, em 10 de fevereiro de 2020, em evento da instituição, em Washington, D.C.
(Arquivo) O presidente do Banco Mundial, David Malpass, em 10 de fevereiro de 2020, em evento da instituição, em Washington, D.C.

A China consolidou em larga medida, nos últimos anos, sua posição como o principal credor dos países pobres - informou o Banco Mundial (BM), nesta segunda-feira (12), lamentando que o país ainda não participe da moratória da dívida.

A parte do gigante asiático no passivo total devido aos países do G20 por outras nações aumentou de 45%, em 2013, para 63%, no final de 2019, disse o Banco em um comunicado.

"Durante o mesmo período, a participação do Japão, o segundo maior credor do G20, manteve-se praticamente inalterada, em 15%", acrescentou.

Em abril, o G20 apresentou a Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI, na sigla em inglês) para aliviar os países mais vulneráveis atingidos pela pandemia da covid-19. A medida entrou em vigor em 1º de maio e é válida por um ano.

Desde então, o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o G7 vêm reivindicando sua prorrogação, lamentando a falta de participação dos credores do setor privado, o que fragiliza a iniciativa.

O presidente do Banco, David Malpass, manifestou sua "frustração", durante uma teleconferência nesta segunda-feira. Ele também lamentou a "participação parcial" dos credores bilaterais oficiais.

"Alguns dos maiores credores bilaterais oficiais, incluindo alguns da China, ainda não participam da moratória", apontou.

Esta iniciativa beneficia mais de 70 países pobres, entre eles vários latino-americanos, como Honduras, Haiti e Nicarágua.

- Dívida em alta -

A dívida total dos países elegíveis para a ISSD aumentou 9,5%, em 2019, antes da pandemia, chegando a US$ 744 bilhões, um recorde. Sobre este montante, US$ 178 bilhões correspondem à modalidade bilateral, em sua maioria com membros do G20.

No final de setembro, os ministros das finanças do G7 disseram ser a favor da extensão da moratória, mas pediram uma divisão justa entre todos os credores. Também lamentaram "profundamente" as medidas tomadas por alguns países para evitar participar desta iniciativa, classificando suas instituições públicas como credores comerciais.

Sem uma menção direta, miravam implicitamente na China, cujo Banco de Desenvolvimento é considerado por Pequim um banco comercial. Isso permite que não seja incluído em uma iniciativa de moratória da dívida.

De acordo com o G7, a DSSI já permitiu que 43 países adiassem US$ 5 bilhões em pagamentos oficiais do serviço da dívida para liberar dinheiro para responder à crise de saúde.

A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 1.077.849 mortes no mundo desde que o escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China anunciou o aparecimento da doença em dezembro passado, conforme balanço da AFP consolidado nesta segunda-feira.

Desde o início da pandemia, mais de 37.575.650 pessoas contraíram a doença. Destas, pelo menos 25.963.400 se recuperaram, de acordo com autoridades ao redor do mundo.

dt-hs/lo/ad/mr/tt