Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.880,82
    +1.174,91 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.219,26
    +389,95 (+0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,51
    +1,69 (+2,65%)
     
  • OURO

    1.844,00
    +20,00 (+1,10%)
     
  • BTC-USD

    47.785,14
    -2.899,17 (-5,72%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,33
    +39,77 (+2,93%)
     
  • S&P500

    4.173,85
    +61,35 (+1,49%)
     
  • DOW JONES

    34.382,13
    +360,68 (+1,06%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.398,00
    +297,75 (+2,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4040
    -0,0085 (-0,13%)
     

China considera misturar vacinas contra Covid para aumentar eficácia

·1 minuto de leitura
A China conseguiu controlar a pandemia do coronavírus, mas sua campanha de vacinação avança lentamente

A China estuda a possibilidade de misturar vacinas contra a Covid-19 para aumentar a eficácia relativamente baixa dos imunizantes desenvolvidos pelo país, informou o diretor do Centro para o Controle e Prevenção de Enfermidades, Gao Fu, durante conferência em Chengdu.

"As autoridades têm que pensar em formas de resolver o problema dos níveis de eficácia das vacinas, que não são altos", assinalou o veículo digital chinês "The Paper", citando o diretor. Essa é a primeira vez que um especialista chinês reconhecido menciona publicamente a eficácia relativamente baixa das vacinas produzidas por seu país, enquanto Pequim dá continuidade à sua campanha de vacinação e exporta doses para todo o mundo.

A China já aplicou 161 milhões de doses desde que começou a vacinar sua população, no ano passado, e deseja que 40% do seu 1,4 bilhão de habitantes estejam imunizados até junho. Muitos deles, no entanto, parecem não ter pressa, uma vez que a vida está praticamente normal no país e os surtos internos foram controlados.

Em conferência realizada ontem na cidade chinesa de Chengdu, Gao apontou que uma solução para o problema da eficácia é alternar o uso de doses de vacinas elaboradas com diferentes tecnologias. Essa opção também é analisada por especialistas sanitários de outros países.

A China conta com quatro vacinas aprovadas condicionalmente, cujos níveis de eficácia publicados são inferiores aos dos produtos Pfizer-BioNTech e Moderna, que alcançam 95% e 94%, respectivamente. A chinesa Sinovac afirma que os testes feitos no Brasil mostram cerca de 50% de eficácia em evitar prevenir a infecção e 80% em evitar os casos que precisam de intervenção médica.

As vacinas Sinopharm têm eficácia de 79,34% e 72,51%, respectivamente, e a CanSino, de 65,28% após 28 dias.

bys/jfx/erl/dg/lb