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China começa a construir telescópios que ajudarão a detectar lixo espacial

·2 minuto de leitura

No mês passado, a China deu início à construção de um conjunto de telescópios de pesquisa destinados a, principalmente, detectar lixos espaciais na órbita da Terra. Previstos para serem concluídos em 2023, os equipamentos, que serão desenvolvidos pelo Observatório da Montanha Roxa, da Academia Chinesa de Ciências, serão estabelecidos na cidade de Lenghu, na província de Qinghai, região conhecida pelo céu noturno limpo.

O conjunto de telescópios de pesquisa de múltiplas aplicações (MASTA, sigla em inglês) estará localizado a uma altitude média de 3.800 metros acima do nível do mar, e serão usados para procurar detritos espaciais que estejam na média e alta órbita terrestre — uma faixa compreendida a uma altitude entre 2.000 e 35.786 km. "O conjunto de telescópios de pesquisa pode detectar pequenos detritos espaciais e determinar sua órbita e lei de operação, fornecendo assim avisos antecipados e tornando possível evitar colisões de detritos que ameacem a segurança da espaçonave", disse Lei Chengming, pesquisador do Observatório.

Início das obras para construção do conjunto de telescópios (Imagem: Reprodução/The Paper)
Início das obras para construção do conjunto de telescópios (Imagem: Reprodução/The Paper)

Após a construção do MASTA, a China pretende preencher esta lacuna do país neste tipo de tecnologia — o rastreio de lixos espaciais. Segundo Mao Ruiqing, diretor adjunto do Observatório, o projeto permitirá que as capacidades de monitoramento e catalogação destes detritos em média e baixa órbita acima do território chinês atinjam um nível avançado no mundo. “Visando possíveis obstáculos no futuro e atendendo às necessidades estratégicas nacionais, como segurança aeroespacial", acrescentou Ruiqing.

Para Tian Cairang, vice-diretor executivo do Comitê de Gestão do Parque Industrial Lenghu, a cidade se tornou uma base de observação astronômica e já hospeda seis unidades de pesquisa científica e oito projetos de telescópios. A expectativa, segundo Cairang, é que Lenghu se torne a maior unidade de observação astronômica de toda a China e também um centro de pesquisa astronômica de nível mundial.

Fonte: Canaltech

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