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China avança para aderir a acordo de comércio da Ásia-Pacífico

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A China avança conversas nos bastidores para aderir a um grande acordo comercial que originalmente visava excluir Pequim e consolidar o poder econômico dos EUA e laços comerciais na região da Ásia-Pacífico.

Autoridades da Austrália, Malásia, Nova Zelândia e possivelmente outras nações realizaram reuniões técnicas com homólogos chineses sobre detalhes do Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP, na sigla em inglês). É o que afirmam representantes de quatro países membros com conhecimento das discussões, que falaram sob anonimato.

Em fevereiro, a China anunciou que teve conversas informais com alguns dos membros, mas não divulgou detalhes. Não está claro até que ponto a China avançou na preparação de uma candidatura, mas as fontes avaliam que o governo de Pequim está seriamente interessado em aderir. Várias autoridades destacam comentários do presidente chinês Xi Jinping no ano passado como um sinal de intenção.

A China “não teria feito uma declaração sobre ingressar na Parceria Transpacífica se já não tivesse estudado este menu e dito: ‘Na verdade, estamos contentes com isso’”, disse Deborah Elms, fundadora e diretora executiva do Centro de Comércio Asiático em Singapura.

A Parceria Transpacífica foi concebida pelos EUA como um bloco econômico para equilibrar o crescente poder da China. Em 2016, o então presidente Barack Obama disse que os EUA, e não a China, deveriam escrever as regras regionais de comércio. Seu sucessor Donald Trump impulsionou o acordo em 2017, e o Japão liderou o pacto revisado e com novo nome para uma conclusão bem-sucedida no ano seguinte.

O governo de Pequim “fez muito trabalho preliminar e alguns contatos informais”, disse o ministro do Comércio, Wang Wentao, no início de março. “Estamos intensificando os esforços nessa área”. O ministério não respondeu a um pedido de mais informações sobre o andamento das negociações.

Muitos membros do CPTPP dependem do comércio com a China, mas a imagem cada vez mais negativa do país asiático em algumas nações pode dificultar um acordo sobre sua adesão. Preocupações com práticas trabalhistas, com estatais e confronto econômico com os EUA também aparecem como obstáculos potenciais para a entrada.

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