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China aumenta o controle sobre exportações de fertilizantes

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Autoridades chinesas impuseram novas restrições a exportadores de fertilizantes diante da crescente preocupação com os maiores custos da energia e com a produção de alimentos, uma medida que poderia intensificar o choque global de preços.

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Algumas cargas de fertilizantes chinesas prontas para serem embarcadas estão sendo retidas por autoridades locais para checagem adicional ou para obter novos certificados de exportação, segundo pessoas a par do assunto. Os insumos acabarão sendo vendidos no mercado interno ou enfrentarão atrasos na exportação, disseram as pessoas, que pediram anonimato.

O maior escrutínio coincide com os custos globais de fertilizantes em nível recorde, impulsionados pela crise de energia na Europa e na China, já que o carvão e o gás natural são matérias-primas essenciais. O aumento dos custos chega em um período particularmente preocupante, com os preços globais dos alimentos no maior nível em 10 anos.

As novas medidas implementadas por autoridades chinesas seguem um regulamento para o regime aduaneiro que entrou em vigor em 15 de outubro, exigindo inspeção adicional das exportações de fertilizantes. Também vêm depois de um comunicado da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, a principal agência de planejamento econômico da China, que defendeu estabilidade de suprimentos e dos preços dos fertilizantes, devido à importância dos insumos para a produção agrícola e segurança alimentar.

A Administração Geral de Alfândegas incluiu novos requisitos de inspeção para 29 categorias de produtos, incluindo ureia e nitrato de amônio, de acordo com comunicado este mês. Apesar disso, o forte rali no mercado de fertilizantes da China não mostra sinais de desaceleração: os futuros da ureia de referência se mantêm perto de nível recorde.

A medida da China para limitar as exportações de fertilizantes será sentido no mundo todo, pois o país é um fornecedor importante de ureia, sulfato e fosfato, respondendo por cerca de 30% do comércio global. Os maiores compradores de fertilizantes da China incluem Índia, Paquistão e países do Sudeste Asiático.

Já há sinais de que a escassez de fertilizantes tem impacto global. Agricultores brasileiros disseram que algumas entregas de fertilizantes e glifosato foram canceladas. A França, maior produtora agrícola europeia, pode enfrentar dificuldades para obter fertilizantes, disse um representante do escritório agrícola FranceAgriMer na semana passada.

A Administração Geral de Alfândegas da China não respondeu a ligações com pedido de comentário sobre as restrições às exportações.

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