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China acelera importações dos EUA de olho em meta de acordo

Bloomberg News
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A China aumentou as compras de produtos norte-americanos em setembro em meio ao fortalecimento da economia, embora ainda permaneça longe da meta para o ano estabelecida no acordo comercial de fase 1 com os Estados Unidos.

O valor mensal das mercadorias dos EUA compradas pela China sob o acordo comercial atingiu recorde de US$ 9,9 bilhões em setembro, com maiores importações de petróleo, soja e automóveis. Com esse volume, as compras da China ainda correspondem a apenas 38,5% da meta total de mais de US$ 170 bilhões para o ano, de acordo com cálculos da Bloomberg baseados em dados da Administração Aduaneira.

Segundo o acordo assinado em janeiro, a China prometeu comprar US$ 200 bilhões adicionais em bens e serviços dos EUA até o fim de 2021 em relação ao nível de 2017. A pandemia de coronavírus alterou alguns desses planos, pois a demanda caiu no primeiro trimestre, mas a recuperação da China ganhou força desde então e as importações se aceleram gradualmente.

As compras de bens de energia dos EUA subiram cerca de 75% em setembro em relação ao mês anterior. A China importou quantidade recorde de petróleo. O aumento pode refletir a crescente demanda por petróleo mais barato dos EUA e suprimentos para aquecimento com a aproximação do inverno.

O valor dos produtos agrícolas comprados dos Estados Unidos aumentou cerca de 60%, e as importações de soja cresceram mais de 600%. As importações de algodão também deram um salto, possivelmente devido ao objetivo da China de repor as reservas do estado, já que a demanda da indústria têxtil do país mostra sinais de recuperação.

Os dados alfandegários mostram que a China adquiriu 35,35% do volume de produtos agrícolas dos EUA previsto no acordo comercial em 2020, em contraste com comunicado do governo dos EUA na semana passada, segundo o qual as compras somaram US$ 23 bilhões, ou 71% da meta. Esse último valor inclui produtos enviados, bem como os vendidos, mas ainda não exportados pelos EUA.

As compras de veículos dos EUA pela China aumentaram no mês passado, o que impulsionou as importações de manufaturados, refletindo um aumento da confiança do consumidor. As compras de circuitos integrados se mantiveram estáveis no mês.

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