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Chile vai do boom ao colapso e deve liderar cortes de juros

(Bloomberg) -- O Chile deve liderar o mundo em um ciclo de corte de juros no ano que vem, à medida que a inflação desacelera e sua economia vai do boom ao colapso, de acordo com o mercado de swaps.

O mercado precifica mais de 5 pontos percentuais em cortes nos próximos 12 meses, com dados positivos de inflação no mês passado e uma economia à beira da recessão, após crescimento recorde em 2021. Apenas uma outra nação chega perto dessa perspectiva, a Hungria, enquanto muitos outros continuarão aumentando juros.

O banco central chileno deixou os juros estacionados depois de aumentos de 10,75 pontos percentuais em uma das primeiras e mais agressivas campanhas de aperto monetário do mundo.

Agora, a previsão é de reversão com a queda das expectativas para a alta de preços. Os contratos de swaps precificam inflação nos próximos 12 meses mais de 5 pontos percentuais abaixo do pico de julho, o declínio mais rápido em um período semelhante desde 2008.

“A inflação continuará diminuindo acentuadamente devido às altas taxas de juros, austeridade fiscal, redução da demanda doméstica e queda dos preços das commodities”, disse Andres Abadia, economista-chefe da Pantheon Macroeconomics no Reino Unido. “É muito possível que vejamos cortes de juros no Chile no primeiro trimestre.”

A queda nas expectativas de juros segue inflação anual abaixo do que o esperado no mês passado, no segundo mês de declínio consecutivo. Isso levou operadores a começarem a precificar cortes nas taxas já em janeiro.

Há uma urgência em retirar o freio da política monetária: Analistas consultados pela Bloomberg preveem que o Chile será a única economia da América Latina a se contrair no ano que vem. No último ano, eles reduziram a previsão de crescimento do país para 2023 em 2,85 pontos percentuais, para -0,85%. Espera-se que até a Argentina em crise se saia melhor do que isso.

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