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Chile receberá 20 mil doses de vacina ainda este ano e imunização será gratuita

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
El presidente chileno Sebastián Piñera anuncia medidas para reforzar el orden público en el palacio presidencial de La Moneda en Santiago, Chile, el jueves 7 de noviembre de 2019. (AP Foto / Esteban Felix)
Presidente do Chile, Sebatián Piñera, celebrou autorização das autoridades de saúde para uso emergencial da vacina da Pfizer (Foto: AP Foto / Esteban Felix)

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou que o país recebera as primeiras 20 mil doses da vacina da Pfizer contra o coronavírus ainda em 2020. Em um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, Piñera celebrou a decisão do Instituto de Saúde Pública do Chile de autorizar o uso emergencial do imunizante.

Segundo o presidente, os primeiros imunizados serão trabalhadores da saúde que estão alocados em unidades de terapia intensiva, em regiões muito afetadas pela pandemia, como Araucania, BioBio e Magallanes, além da capital, Santiago.

Piñera ainda informou que a vacinação será voluntária e gratuita para todos os cidadãos chilenos. “Desde maio desse ano, o nosso governo trabalhou intensamente para conseguir fazer acordos e contratos com os laboratórios mais avançados e promissores no desenvolvimento de vacinas contra o covid-19. Esse trabalho nos permitiu avançar em acordos e firmar contratos com os laboratórios Pfizer/BioNTech, SinoVac, AstraZeneca, Janssen e também a aliança Covax. Isso nos permite garantiu uma vacina segura e eficaz, que proteja de forma oportuna a saúde da população”, disse o presidente chileno.

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Piñera anunciou que a prioridade será de trabalhadores da Saúde que trabalham na linha de frente do combate à pandemia, além de outros funcionários que fiscalizam a situação sanitária do país, como fiscalizadores, policiais e militares. Depois, idosos e doentes crônicos, com prioridade para os que vivem em asilos. O restante da população será vacinada conforme seu grau de risco.

O objetivo do governo do Chile é, até o fim do primeiro trimestre de 2021, vacinar toda a população de risco do país. Ao todo, o país tem 15 milhões de pessoas para serem imunizadas.