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Chile e Espanha comemoram 500 anos da travessia do Estreito de Magalhães

·1 minuto de leitura
Imagem fornecida pela Presidência do Chile mostra o presidente chileno Sebastian Pinera na inauguração do monumento para comemorar os 500 anos da travessia do Estreito de Magalhães

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, liderou nesta quarta-feira (21) a comemoração oficial dos 500 anos da primeira circum-navegação do Estreito de Magalhães, que une o Oceano Atlântico com o Pacífico no extremo sul do continente americano.

Em uma cerimônia realizada no cais do Prat, na cidade de Punta Arenas, mais de 3.000 km ao sul de Santiago, o presidente relembrou a façanha do navegador português Fernando de Magalhães em busca de uma rota para a Índia como alternativa à travessia pelo sul da África.

A viagem começou no porto de Sevilha em 10 de agosto de 1519 e foi concluída pelo espanhol Juan Sebastián Elcano, que completou a volta ao mundo junto com 18 sobreviventes que conseguiram retornar ao ponto de partida em setembro de 1522.

Ladeado pelo navio-escola espanhol Juan Sebastián Elcano e pelo chileno La Esmeralda, gêmeos por terem sido construídos com os mesmos materiais, Piñera lembrou a travessia de mais de 1.000 dias da Espanha ao extremo sul do mundo.

"Magalhães e Elcano e sua tripulação nos deixaram de legado um mundo novo, porque conseguiram fazer com essa navegação uma verdadeira globalização de nosso mundo e unir e fazer encontros entre culturas que estavam muito distantes e separadas", afirmou.

A cerimônia, marcada pelas medidas sanitárias devido à pandemia de coronavírus, que afeta gravemente a cidade de Punta Arenas, foi um reconhecimento compartilhado entre o Chile e a Espanha pela ousadia da tripulação. 

A maioria da tripulação morreu na viagem, mas os exploradores abriram uma rota que, por 400 anos, foi o único caminho possível para cruzar do Atlântico ao Pacífico, até a construção do Estreito do Panamá (1914).

apg/pa/gm/aa/mvv