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Chico Buarque, Leonardo Boff e outras personalidades fazem manifesto contra Bolsonaro

O Globo
·2 minuto de leitura

RIO — Inúmeras personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque, o teólogo Leonardo Boff e o padre Júlio Lancelloti assinaram um documento intitulado "Manifesto vida acima de tudo". O texto pede "condenação da política genocida" do governo do presidente Jair Bolsonaro. Atletas, atores, jornalistas, economistas e religiosos, famosos e anônimos também colocaram seus nomes abaixo do documento, concordando com seu conteúdo.

O manifesto diz que "o Brasil grita por socorro" e que Bolsonaro é um "homem sem humanidade" que "nega a ciência, a vida, a proteção ao meio ambiente e a compaixão". Afirma ainda que "o ódio ao outro é sua razão no exercício do poder".

O texto destaca que o Brasil vive uma situação delicada por causa da pandemia da Covid-19, classificando como um "intencional colapso do sistema de saúde". O documento cita ainda "o descaso com a vacinação e com as medidas básicas de prevenção, o estímulo à aglomeração e à quebra do confinamento, aliados à total ausência de uma política sanitária". Os autores destacam que estas medidas criam"o ambiente ideal para novas mutações do vírus e colocam em risco os países vizinhos e toda a humanidade".

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O manifesto termina fazendo um apelo à órgãos nacionais, como STF e Congresso Nacional, e também às Nações Unidas (ONU), além de pedir ao Tribunal Penal Internacional (TPI) a "condenação da política genocida desse governo que ameaça a civilização".

Desde o começo da pandemia no Brasil, Bolsonaro minimizou a letalidade da Covid-19, provocou aglomerações, desincentivou o uso de máscaras, além de sempre se posicionar contra medidas restritivas mais duras como o lockdown. O presidente chegou a dizer que não se vacinaria, mas mudou de discurso nos últimos dias. Ele também chamou de "idiotas" as pessoas que cobram dele a compra de novas vacinas contra o coronavírus.

Leia o manifesto na íntegra:

"MANIFESTO VIDA ACIMA DE TUDO

CARTA ABERTA À HUMANIDADE