Mercado fechado
  • BOVESPA

    130.207,96
    +766,93 (+0,59%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.029,54
    -256,92 (-0,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,45
    +0,57 (+0,80%)
     
  • OURO

    1.864,50
    -1,40 (-0,08%)
     
  • BTC-USD

    40.285,66
    +1.278,66 (+3,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.008,09
    +39,25 (+4,05%)
     
  • S&P500

    4.255,15
    +7,71 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    34.393,75
    -85,85 (-0,25%)
     
  • FTSE

    7.146,68
    +12,62 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    0,00 (0,00%)
     
  • NIKKEI

    29.403,93
    +242,13 (+0,83%)
     
  • NASDAQ

    14.159,25
    +34,50 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1439
    +0,0124 (+0,20%)
     

Chega ao Brasil rival do YouTube que usa blockchain e tem token próprio

·2 minuto de leitura

A plataforma de vídeos Odysse busca oferecer maior autonomia através da rede blockchain e recompensas em criptomoedas para atrair criadores de conteúdos da internet.

A Odysse, plataforma de streaming e vídeos da Lbry, já está fucnionamento no mercado brasileiro. O site promete concorrer diretamente com serviços especializados em vídeo, como o Youtube e a Twitch, mas com um diferencial para os criadores de conteúdo online: a descentralização de seu sistema, que é totalmente baseado na tecnologia blockchain.

Liberdade para criadores de conteúdo

Um dos objetivos do projeto é dar mais liberdade aos criadores de conteúdo, evitado problemas recorrentes de plataformas famosas que resultam na perda de monetização de vídeos. Nesse sentido, a Odysse permite “que editores e seus fãs interajam diretamente, sem o risco de desmonetização ou outra interferência”.

“A Odysee chega ao Brasil em um momento oportuno, quando os criadores independentes locais estão tendo seus ganhos drasticamente reduzidos em plataformas de mídias. Seus conteúdos são rebaixados ou controlados por algoritmos em favor de canais e conteúdos corporativos”, comenta Julian Chandra, um dos desenvolvedores da plataforma.

Ainda segundo a plataforma, a rede blockchain garante que os usuários recebam conteúdo mais autêntico e condizente com o seu perfil, sem privilégios na divulgação de vídeos e lives de grandes corporações. No Brasil, o site conta com a adesão de nomes como o rapper Filipe Ret, Mundo Molusco e Bolovo.

A Odysse oferece uma ponte gratuita para migração de conteúdo de outras plataformas e disponibiliza um modo de sincronização com plataformas rivais. Além disso, a empresa promete oferecer atendimento ao cliente via Discord.

Token LBC

Outra diferença da plataforma para YouTube e outros sites conhecidos é a monetização dos conteúdos por meio de uma criptomoeda própria chamada LBRY Credits (LBC). Com ela, usuários podem fazer ou receber valores financeiros na plataforma através de carteiras blockchain atreladas à conta. Com isso, usuários podem dar gorjetas e apoiar seus canais preferidos.

Além disso, é possível converter qualquer valor recebido no token para outras criptomoedas como o Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), além de moedas fiduciárias, como o real, euro e dólar.

Segundo dados do CoinMarketCap, o token LBC vale atualmente R$ 0,63. Existem mais de 700 milhões de unidades do ativo em circulação, com uma oferta máxima acima de 1 bilhão.

O ativo possui uma média de US$ 200.000 em movimentação diária, valor considerado pequeno em relação a grandes criptomoedas. Entretanto, é possível que tanto o seu preço quanto o seu volume de negociação aumentem caso a Odysse consiga se firmar como uma alternativa viável a grandes sites de streaming no Brasil e no mundo.

Odysee oferece por ora apenas versão web (odysee.com) e aplicativo para iPhone. Apps para Android, iPad e Roku estão atualmente em desenvolvimento.

O artigo Chega ao Brasil rival do YouTube que usa blockchain e tem token próprio foi visto pela primeira vez em BeInCrypto.