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Chefe do WhatsApp critica app espião da NSO: "comete abusos e deve ser parado"

·2 minuto de leitura

Nesta segunda-feira (19), a Anistia Internacional aliada a um consórcio de veículos de imprensa divulgou um detalhe preocupante sobre o app Pegasus, desenvolvido pela empresa israelense NSO. O documento informa que, desde 2016, mais de 50 mil pessoas foram alvos de operação com o software espião, que teria sido usado para violar a privacidade de autoridades e de mais de 180 jornalistas ao redor do mundo.

Diante da revelação, Will Catchcart, chefe do WhatsApp, usou sua conta pessoal no Twitter para criticar a ferramenta e defender seu extermínio. Segundo ele, o “spyware perigoso da NSO é usado para cometer terríveis abusos de direitos humanos ao redor do mundo e deve ser parado”.

Carter lembra que, em 2019, o WhatsApp identificou e derrotou um ataque realizado pela NOS, que se aproveita de vulnerabilidades do Android e do iOS para realizar invasões. “Naquela época, trabalhamos com a Citizen Lab, que identificou mais de 100 casos abusivos contra defensores dos direitos humanos e jornalistas em mais de 20 países. Mas os relatórios de hoje mostram que a verdadeira escala de abusos é ainda maior e com implicações terríveis para a segurança nacional”, explicou Catchcart.

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O chefe da equipe responsável pelo comunicador (atualmente pertencente ao Facebook), afirmou que esse é um momento no qual companhias de internet e governos devem se unir para garantir a segurança de bilhões de consumidores que usam celulares como plataforma primária de computação. “Nossa segurança e liberdade dependem disso”, afirmou.

Entenda o caso

O relatório divulgado nesta segunda-feira (19) pela Anistia Internacional mostra que mais de 50 mil alvos foram infectados pelo Pegasus desde 2016 — o número exato de invasões não foi determinado. O malware é especialmente agressivo, permitindo que atacantes tenham acesso a mensagens de texto, fotos e e-mails, interceptem ligações telefônicas e ativem microfones e câmeras sem autorização.

Evoluindo de forma constante, o app usa brechas de segurança no Android e no iOS para invadir os dispositivos e geralmente é espalhado através de golpes de engenharia social. A desenvolvedora NSO afirma que só oferece a ferramenta a autoridades e governos certificados, reforçando que seu uso é voltado principalmente ao combate ao terrorismo e ao crime organizado e negando todas as acusações de que ela se tornou uma forma de violar direitos humanos.

Fonte: Canaltech

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