Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.893,32
    -1.682,15 (-1,52%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    41.778,87
    +104,57 (+0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,26
    -0,08 (-0,18%)
     
  • OURO

    1.781,20
    +0,30 (+0,02%)
     
  • BTC-USD

    19.607,91
    +90,64 (+0,46%)
     
  • CMC Crypto 200

    382,09
    +17,50 (+4,80%)
     
  • S&P500

    3.621,63
    -16,72 (-0,46%)
     
  • DOW JONES

    29.638,64
    -271,73 (-0,91%)
     
  • FTSE

    6.266,19
    -101,39 (-1,59%)
     
  • HANG SENG

    26.341,49
    -553,19 (-2,06%)
     
  • NIKKEI

    26.685,11
    +251,49 (+0,95%)
     
  • NASDAQ

    12.355,25
    +78,25 (+0,64%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3612
    0,0000 (0,00%)
     

Chefe do Twitter defende suas decisões sobre moderação da plataforma

·2 minuto de leitura
Facebook, Twitter e outras plataformas enfrentaram uma grande pressão para retirar conteúdos que possam ser considerados desinformação perigosa
Facebook, Twitter e outras plataformas enfrentaram uma grande pressão para retirar conteúdos que possam ser considerados desinformação perigosa

Convocado mais uma vez pelos senadores americanos para uma audiência, o fundador do Twitter, Jack Dorsey, pretende dizer nesta terça-feira (17) que a rede social não moderou as mensagens relacionadas às eleições devido aos prejuízos contra os conservadores, ao contrário do que afirmam vários republicanos.

"No período anterior às eleições de 2020, fizemos melhoras significativas em nossas políticas para proteger a integridade das eleições", disse Dorsey em suas declarações preliminares, segundo trechos obtidos pela AFP.

"Anexamos notificações para dar contexto e limitar o risco de divulgação de desinformação perigosa para o processo eleitoral (...) porque o público nos disse que queria que tomássemos essas medidas", acrescentou.

Dorsey e Mark Zuckerberg, chefe do Facebook, devem comparecer virtualmente nesta terça-feira em audiências - pela segunda vez em menos de um mês - sobre o papel das redes sociais no debate público nos Estados Unidos.

A Comissão Judicial do Senado, sob controle republicano, quer tratar "a gestão da eleição de 2020" e a "censura" da qual o presidente Donald Trump e seus aliados se consideram vítimas.

As regras da rede social sinalizaram vários tuítes de Trump, seguido por quase 89 milhões de usuários e quem se nega a reconhecer a vitória do democrata Joe Biden, afirmando - sem provas - que ocorreu uma fraude contra ele.

Uma nota que diz "Esta afirmação sobre fraudes eleitorais é contestada" foi colocada em inúmeras publicações do presidente americano no Twitter.

Facebook, Twitter e outras plataformas enfrentaram uma grande pressão para retirar conteúdos que possam ser considerados desinformação perigosa, mas ao mesmo tempo receberam reclamações por supostamente apagar certas posturas políticas.

Dorsey garante que sua empresa continua buscando o equilíbrio.

"Queremos ser muito claros que não consideramos que nosso trabalho nesta área já esteja concluído", disse. "Nossas equipes estão aprendendo e melhorando a forma como abordamos esses desafios e ganhamos a confiança das pessoas que usam o Twitter".

O chefe da Comissão Judicial, o senador Lindsey Graham, adiantou que o painel abordaria especialmente a decisão das duas redes sociais de limitar a circulação de artigos do New York Post que afirmavam expor casos de conduta inadequada por parte do democrata Biden antes de sua vitória eleitoral.

rl-juj/plh/lda/yo/aa