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Chefe do FMI sob holofotes após relatório apontar manipulação de ranking do Banco Mundial

·2 minuto de leitura
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, em Washington, EUA, 17 de outubro de 2019. REUTERS/Mike Theiler

Por Andrea Shalal e Leigh Thomas

WASHINGTON/PARIS (Reuters) - A diretoria executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI) está revisando um relatório preparado pelo Banco Mundial o qual apontou que a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em seu cargo anterior no Banco Mundial pressionou funcionários da instituição a alterar dados para favorecer a China, disse o Fundo nesta sexta-feira.

Georgieva afirmou discordar "substancialmente com as conclusões e interpretações" do relatório independente, preparado pelo escritório de advocacia WilmerHale a pedido do comitê de ética do Banco Mundial e divulgado na quinta-feira.

O documento revelou que Georgieva e outros funcionários do Banco Mundial aplicaram "pressão indevida" sobre a equipe para aumentar a classificação da China no relatório "Doing Business 2018", que avalia o ambiente de negócios nos países.

A revisão do FMI foi lançada depois que Georgieva informou o conselho sobre o assunto na quinta-feira.

"O conselho do FMI está atualmente revisando esse assunto", disse Gerry Rice, porta-voz do FMI, à Reuters, acrescentando: "Como parte do procedimento regular em tais assuntos, o comitê de ética vai informar o conselho", disse Rice, sem dar cronograma.

Georgieva abordou o assunto no início de uma reunião previamente agendada com a equipe do FMI nesta sexta-feira, de acordo com três pessoas que participaram do evento virtual e uma quarta que foi informada sobre seus comentários.

"NÃO É VERDADE"

Georgieva disse que valoriza muito dados e análises e não pressiona a equipe a alterar informações como o relatório apontou, de acordo com uma transcrição fornecida à Reuters.

"Deixe-me colocar de uma forma muito simples para vocês. Não é verdade. Nem neste caso nem antes ou depois pressionei a equipe para manipular dados", disse Georgieva ao estafe do FMI, de acordo com a transcrição.

O credor multilateral com sede em Washington estava buscando o apoio da China para um grande aumento de capital na época, quando Georgieva era a executiva-chefe do Banco Mundial.

Georgieva chefia o FMI e seus cerca de 2.500 funcionários desde 2019. Ela ajudou a liderar a resposta global à pandemia de Covid-19, garantindo apoio para uma expansão de 650 bilhões de dólares das reservas de emergência do Fundo.

Alguns dos 190 países-membros do FMI, que financiam seus empréstimos e outros projetos voltados para o alívio da pobreza e o fortalecimento da estabilidade financeira global, disseram que também estão revisando o relatório de ética.

(Reportagem de Andrea Shalal)

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