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Chefe do FMI espera que membros cumpram meta de transferir US$100 bi em reservas a países vulneráveis

·1 minuto de leitura
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva

WASHINGTON (Reuters) - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, disse nesta quarta-feira esperar que as economias avançadas cumpram sua meta de transferir 100 bilhões de dólares dos 650 bilhões de dólares em reservas de emergência recém-criadas para os países necessitados.

Georgieva disse que o Fundo também está implementando medidas para aumentar a transparência sobre o uso de quaisquer Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês) --uma moeda de reserva do FMI distribuída aos países de acordo com suas cotas na instituição e que pode ser doada ou emprestada.

Georgieva disse que os membros apoiaram amplamente a criação de um novo mecanismo que permite a países ricos doar ou emprestar parte de seus SDRs a um grupo maior de nações que não apenas as de baixa renda.

"Queremos fazer parte das soluções que as autoridades terão de criar sobre a transformação climática de longo prazo, mas também além do clima", disse ela.

"Ficamos tão animados que isso ressoou de forma ampla, e alguns de nossos membros, em posições fortes, começaram a indicar o interesse em contribuir para esse novo fundo."

Indagada sobre as ressalvas expressas por alguns críticos de que o novo fundo se sobreporia ao mandato do Banco Mundial, Georgieva disse que o FMI está trabalhando de perto com o banco conforme desenvolve o novo instrumento.

Inclusive, Georgieva disse que a primeira apresentação do FMI acerca do novo fundo (em inglês chamado pela sigla RST) foi para a diretoria do Banco Mundial e que uma grande equipe do organismo participou da explanação.

(Por Andrea Shalal)

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