Mercado fechado
  • BOVESPA

    116.230,12
    +95,66 (+0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.046,58
    +616,83 (+1,36%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,34
    -0,18 (-0,21%)
     
  • OURO

    1.734,00
    +3,50 (+0,20%)
     
  • BTC-USD

    20.290,94
    +699,73 (+3,57%)
     
  • CMC Crypto 200

    460,91
    +15,47 (+3,47%)
     
  • S&P500

    3.790,93
    +112,50 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    30.316,32
    +825,43 (+2,80%)
     
  • FTSE

    7.086,46
    +177,70 (+2,57%)
     
  • HANG SENG

    17.079,51
    -143,32 (-0,83%)
     
  • NIKKEI

    26.992,21
    +776,42 (+2,96%)
     
  • NASDAQ

    11.616,50
    -24,25 (-0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1561
    -0,0118 (-0,23%)
     

Cesta básica está mais cara em sete de oito cidades pesquisadas pela FGV

Cesta básica está mais cara em sete de oito cidades pesquisadas pela FGV
Cesta básica está mais cara em sete de oito cidades pesquisadas pela FGV
  • Em comparação ao mês anterior, foi registrado aumento de 2,1% a 4,5%;

  • A cesta básica mais cara foi encontrada no Rio de Janeiro;

  • A maior variação na passagem de junho para julho aconteceu em Fortaleza.

De acordo com o estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) divulgado nesta sexta-feira (5), o preço da cesta básica em julho aumentou em sete das oito cidades pesquisadas. Em comparação ao mês anterior, foi registrado aumento de 2,1% a 4,5%.

Dentre os municípios avaliados, os preços mais caros foram encontrados no Rio de Janeiro. Os moradores da cidade maravilhosa têm que desembolsar R$ 902,03 para adquirir os insumos básicos.

A liderança do ranking parece ser apenas a confirmação de uma constante, isso porque a capital fluminense tem apenas a segunda menor alta registrada no período, com aumento de 2,4%. São Paulo registrou o menor crescimento, com variação de 2,1%. Na capital paulista, a cesta básica sai em média por R$ 895,23. A maior variação na passagem de junho para julho aconteceu em Fortaleza, com alta de 4,5% e valor médio de R$ 803,64.

Por outro lado, Belo Horizonte registra os números mais baixos dentre as cidades pesquisadas. Os itens da cesta da básica custam aos mineiros em média R$ 655,21. E Manaus foi o único dos municípios onde foi observado queda na taxa, um recuo de 0,7%.

Ao todo, a cesta de consumo básica no Brasil é composta por 18 alimentos. Neste mês, quatro deles ficaram mais caros em todas as capitais. São eles: frango, leite UHT, manteiga e margarina.

Segundo a FGV, o leite continua em uma trajetória de inflação acentuada. No Rio, os aumentos chegam a 20,3%.

“O leite UHT continua a trajetória de alta nos últimos seis meses, apresentando níveis de aumento superiores aos registrados em junho”, diz a fundação.

Quanto aos motivos que levaram aos aumentos de forma geral, a fundação explica que a alta de preços em esfera internacional impactaram nos preços de produtos no mercado nacional.

“Dentre as razões para sucessivos aumentos está a alta do preço internacional das commodities, especialmente do milho e da soja usados na alimentação das vacas, que têm elevado o custo de produção do leite e de seus derivados, como é o caso da manteiga.”