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Cesta básica está custando metade do salário mínimo, aponta Dieese

·1 minuto de leitura
Cropped shot of young woman carrying a shopping basket, standing along the product aisle, grocery shopping for daily necessities in supermarket
Salário mínimo é 5 vezes menor do que o ideal para cobrir os custos básicos dos brasileiros (Getty Image)
  • Inflação no valor dos alimentos aumentou o preço dos itens presentes na cesta básica

  • Pesquisa apontou que Porto Alegre é a capital mais cara do país

  • Salário mínimo deveria ser de R$ 5.518,79, segundo dados do Dieese

Chega o 5° útil do mês. O trabalhador assalariado recebe o pagamento vai ao mercado para fazer a compra do mês. Pegando apenas os produtos essenciais da cesta básica, percebe que metade do salário ficou no caixa do mercado. Sem luxos ou mordomias, gastou R$ 656,92 e ainda precisa pagar água, luz, gás e aluguel, se não tiver casa própria.

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Uma análise do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostrou que o custo médio da cesta básica aumentou em 15 das 17 capitais do país que fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Fortaleza foi a cidade com maior aumento de preços nos últimos meses, registrando um crescimento de 3,92%. Campo Grande, Aracaju, Belo Horizonte e Salvador também registraram uma alta de mais de 3%. Apenas João Pessoa e Brasília tiveram pequenas quedas nos valores. 

Custando R$ 656,92, a cesta básica mais cara do país fica em Porto Alegre. Florianópolis ocupa o segundo lugar (R$ 654,43) e e São Paulo o terceiro (R$ 640,51).

Com base no valor da alimentação no país, o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.518,79. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.100, um valor 5,02 vezes menor do que o ideal.

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