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Cesta básica em SP encarece R$ 12; óleo sobe 70% no ano

Foto de batatas brancas
Preço nas alturas: paulistano terá que desembolsar R$ 1.077,01 para comprar uma cesta básica
(Getty Creative)
  • Cesta básica em São Paulo fica R$ 12,22 mais cara em agosto

  • Batata, frango e biscoito foram os alimentos que mais subiram

  • Em comparação com o ano passado, alta foi de 21,18%; óleo de soja subiu 69,91%

O preço da cesta na capital de São Paulo teve um aumento de 1,15% em agosto com relação a julho. Isso quer dizer que, de R$ 1.064,79, o conjunto de alimentos básicos passa a ter valor médio de R$ 1.077,01, fazendo com que o paulistano desembolse R$ 12,22 a mais. Os dados foram divulgados pelo Procon nesta sexta-feira, 17, em levantamento realizado em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).

As análises levam em consideração três grupos: limpeza, higiene pessoal e alimentação. Este último foi o que sofreu maior variação, com aumento médio de 1,25% no preço dos produtos. Neste mês de agosto, os produtos que mais subiram foram:

  1. Batata, com 27,30% de aumento no quilo;

  2. Limpador multiuso (500 ml), com alta de 11,29%;

  3. Frango resfriado inteiro, com variação de 9,98%;

  4. Biscoito maisena, remarcado em 9,84%;

  5. Biscoito água e sal (200 g), que aumentou 7,73%.

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“Os motivos encontrados que justificam as oscilações nos preços dos produtos da Cesta Básica são inúmeros, como: problemas climáticos, questões sazonais, excesso ou escassez de oferta ou demanda pelos produtos, preços das commodities, variações cambiais, formação de estoques, desonerações de tributos, entre outros”, apontou o levantamento.

Comparação com 2020 também é ruim

A comparação deste ano com o ano passado também não é animadora. Com base nos dados de agosto de 2020, o salto nos preços dos itens básicos para os paulistanos foi de 21,18%. O produto que teve o maior aumento de preço nesse período foi o óleo de soja (900 ml), com alta de 69,91%. O açúcar vem logo atrás (52,20%), seguido pelo frango (43,17%), também presente na lista de produtos que mais subiram em agosto.

Já com relação a 2021, o aumento foi de 6,86% até agora, com base dos dados de dezembro passado.