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Cerveja ficará mais cara em 2022; entenda os motivos

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Brasil importa a maioria dos ingredientes necessários para a fabricação da cerveja no país
Brasil importa a maioria dos ingredientes necessários para a fabricação da cerveja no país
  • Cerveja aumentou uma média de 8,7% nos mercados no ano passado;

  • Problemas na oferta global de grãos deve gerar o maior impacto no preço;

  • Preço dos combustíveis também afeta no preço da revenda no Brasil.

Os amantes de uma bela cervejinha gelada ganharam mais um motivo pra se preocupar neste ano: o aumento da cerveja. Acontece que o cenário internacional não tem sido o melhor para a bebida já há algum tempo, e tudo parece ter culminado agora, desde problemas no fornecimento ao aumento do preço dos combustíveis.

Quem ficou atento percebeu já no ano passado um aumento considerável no preço desse item, tido essencial por muitos brasileiros. De acordo com o IBGE, o preço da cerveja vendida nos mercados aumentou em média 8,7% no ano passado, enquanto nos bares e restaurantes o aumento foi de 4,8%. É o maior aumento desde 2015.

De início, o Brasil é bastante dependente das importações quanto o assunto é o setor cervejeiro. Cerca de 78% do malte, 65% da cevada e 100% do lúpulo consumidos no país em 2021 foram importados. Dentre os maiores parceiros comerciais do Brasil nesse setor estão os vizinhos, Uruguai e Argentina, que não tiveram suas safras afetadas por conflitos ou problemas climáticos.

No entanto, com a guerra na Ucrânia impedindo a exportação de grãos da região, e com as colheitas nos Estados Unidos menor do que o esperado, a demanda pelos ingredientes aumentaram nos mercados internacionais, elevando os preços de uma maneira geral e causando uma diminuição na quantidade dos produtos que viriam para o Brasil.

O setor ainda é dependente de uma frota própria de 40 mil para o transporte de seus produtos, o que também gerou um encarecimento no produto, dado que os combustíveis aumentaram 49%, no geral, em 2021. Por outro lado, a queda do câmbio pode trazer um alívio para os bolsos.

De acordo com as estimativas da Ambev, o preço do hectolitro (medida de 100 litros) da cerveja deve aumentar entre 16% e 19% em 2022, já a Heineken prevê um aumento de 15% em seus preços. No ano passado a Ambev registrou um aumento de 17,4%. Isto não quer dizer que o aumento neste ano será o mesmo que foi no ano passado, isso ainda irá depender muito das estratégias de venda das cervejarias, mas abre espaços para comparações.

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