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'Cérebros' artificiais precisam dormir como humanos, diz estudo

Marcus Couto
·2 minutos de leitura
Modelo de um cérebro humano. (Foto: Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images)
Modelo de um cérebro humano. (Foto: Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images)

Uma pesquisa conduzida por cientistas especializados em inteligência artificial nos Estados Unidos revelou que sistemas de IA construídos para reproduzir o comportamento de cérebros humanos também precisam de uma boa soneca para funcionar bem. As informações são de reportagem do jornal The Independent.

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Os pesquisadores do Laboratório Nacional de Los Alamos concluíram que as redes neurais desenvolvidas por eles têm um melhor desempenho quando submetidos a um estado que pode ser considerado semelhante ao de uma boa noite de sono, no caso de humanos.

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A descoberta foi feita depois de as redes neurais artificiais usadas nos experimentos atingirem um estado de instabilidade, causado após longos períodos de “aprendizado” autônomo.

Esse tipo de sistema é capaz de “aprender” a interpretar coleções de dados, a partir de amostras apresentadas pelos pesquisadores. De forma muito simplificada, essa é a base dos sistemas de “machine learning”, ou “aprendizagem de máquina”, na tradução livre do inglês.

Mas, depois de um certo período “aprendendo” por conta própria, processando muitas informações, o sistema ficou instável (pense como uma crise de stress). Os cientistas experimentaram, então, colocá-lo em um sistema de “repouso” – e depois, ao retorná-lo, descobriram que o sistema havia retomado sua estabilidade.

“Ficamos fascinados pela ideia de treinar um processador neuromórfico de uma forma análoga à que humanos e outros sistemas biológicos aprendem a partir de seu ambiente durante o desenvolvimento da infância”, disse ao Independent Yijing Watkins, cientista da computação integrante do projeto.

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