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Ceramista carioca radicada em NY, Cecilia Abeid molda comidas de café da manhã divertidas e ganha exposição

·2 minuto de leitura

“Sempre fui uma pessoa mão na massa”, diz a designer carioca Cecilia Abeid, de 27 anos. Formada pela Puc-Rio, ela começou trabalhando na área de estamparia de moda e teve seu encontro com a cerâmica ao fazer uma residência artística na fábrica da Vista Alegre, em Portugal. Foi durante o mestrado em ilustração na School of Visual Arts, em Nova York, que decidiu aprender mesmo sobre a técnica.

“Conheci o estúdio Bklyn Clay e fiquei encantada pelo mundo de mini esculturas e potes que pareciam ter vida. Meu mestrado logo se tornou uma produção em cerâmica de comidas americanas e brasileiras”, conta ela. “O material me surpreendeu por ser tão rígido na forma final e, ao mesmo tempo, parece maleável e leve. Depois de tanto tempo caminhando por produtos tão diferentes, cheguei aonde posso realmente me expressar por completo. Nunca usei o torno e não tenho muito interesse nesse tipo processo. Amo os defeitos e as cicatrizes do processo à mão”, diz.

Estar à mesa sempre foi algo de muito afeto e boas sensações para a designer sírio-libanesa. Com essa memória, Cecilia cria cafés da manhã coloridos, que reúnem frutas tropicais, pãezinhos, xícaras, caixinhas de geleia, pasta de amendoim e até gummy bears. “Carrego o Rio comigo. Por isso, adoro fazer itens clássicos da cidade, como Biscoito Globo e Matte Leão. Funcionam como um abraço em dia de céu azul e isso me salva nos invernos dolorosos”, comenta ela. É fácil ver embalagens de manteiga Itambé e farofa de mandioca Tipity entre torradas, caixas de leite e ovos que fazem parte de seus cenários.

Este mês, a artista abre a exposição pop-up “Food in bed”, com curadoria de Gisela Gueiros, outra baseada em Nova York. As peças (que nos EUA têm valores que vão de US$ 170 a US$ 2 mil, um pote de mel em forma de urso) desenvolvidas para a mostra são um sucesso e muitas já estão reservadas antes mesmo da inauguração.

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