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CEO pede demissão após mineradora destruir caverna milenar considerada sagrada

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Jean-Sebastien Jacques, ex-CEO da mineradora Rio Tinto. (Foto: REUTERS/Hannah McKay)
Jean-Sebastien Jacques, ex-CEO da mineradora Rio Tinto. (Foto: REUTERS/Hannah McKay)

O executivo-chefe da mineradora anglo-australiana Rio Tinto, Jean-Sébastien Jacques, pediu demissão depois de a empresa destruir um sítio arqueológico milenar na Austrália, considerado sagrado pelas populações aborígenes locais.

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A destruição foi causada durante obras de expansão de uma mina de ferro, em maio. Ao todo, foram destruídos dois sítios aborígenes, no desfiladeiro Juukan, na região de Pilbara.

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As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

A mina de ferro da Rio Tinto na área é responsável por mais de 90% dos lucros da empresa.

Além de Jacques, mais dois executivos pediram demissão, após uma onda de fortes protestos, que apontaram irresponsabilidade cultural da empresa, por avançar com seus planos de exploração, apesar de eles incluírem a completa destruição de um patrimônio humano milenar.

Mas, segundo o Estadão, a pressão de investidores foi crucial para a retirada dos executivos. No mundo dos negócios, cresce a importância e a exigência por mais responsabilidade ambiental de grandes corporações, ao custo de limitação de fluxos de investimentos.

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