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CEO do Koo afirma que pretende criar botão de migração do Twitter para o app

Koo ultrapassou recentemente 50 milhões de downloads e agora está procurando ampliar sua base de usuários para incluir mais usuários globais (REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)
Koo ultrapassou recentemente 50 milhões de downloads e agora está procurando ampliar sua base de usuários para incluir mais usuários globais (REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)
  • Koo funciona de maneira idêntica ao Twitter;

  • CO-founder publicou em seu Twitter que a plataforma pretende criar um "botão de migração”;

  • À medida que o fim do Twitter se torna uma possibilidade maior para seus usuários, muitos estão migrando para aplicativos similares.

Mayank Bidawatka, CO-founder da Koo, publicou em seu Twitter que a plataforma pretende criar um "botão de migração” que permitirá aos usuários alternar facilmente da rede de Elon Musk para a plataforma indiana.

De acordo com o jornal Deccan Herald, o aplicativo, apoiado pela Tiger Global, ultrapassou recentemente 50 milhões de downloads e agora está procurando ampliar sua base de usuários para incluir mais usuários globais, sendo os EUA a primeira geografia de destino.

À medida que o fim do Twitter, rede social de microblogging existente desde 2006, se torna uma possibilidade maior para seus usuários, muitos estão migrando para o Koo, um aplicativo similar indiano.

Também segundo o Deccan Herald, o controverso anúncio de Elon Musk logo após assumir as rédeas do Twitter, sobre cobrar dos usuários por um crachá verificado na plataforma, polarizou os internautas em todo o mundo. A plataforma alemã Mastodon e a Koo foram as novas opções mais buscadas.

De onde surgiu o Koo?

Se no dia 16 ninguém falava sobre o Koo, hoje no dia 18 o Twitter inteiro está se mudando para lá. A súbita fama da rede social pode gerar suspeita naqueles que acompanham de perto a trajetória da rede indiana.

Acontece que a plataforma está acostumada a se expandir para grandes mercados na primeira falha do Twitter. Foi o que aconteceu na Nigéria em 2021 quando o país suspendeu o Twitter, segundo um relatório da BBC. Agora, com o possível fim da rede social americana, o Koo parece querer se expandir para dentro do mercado brasileiro.