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CEO de marca americana não permite negras e obesas em suas lojas

·3 minuto de leitura
Brandy Melville, a marca favorita das meninas adolescentes nos EUA, tem uma cultura que promove a misoginia e o racismo com a anuência do CEO, de acordo com uma reportagem exclusiva do Insider. (Keith Mayhew/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Reportagem de site americano mostra cultura tóxica em loja voltada para adolescentes

  • Jovens de 14 anos eram obrigadas a enviar fotos de corpo inteiro para o CEO

  • Até o momento, a marca não comentou a reportagem

Brandy Melville, a marca favorita das meninas adolescentes, tem uma cultura que promove a misoginia e o racismo com a anuência do CEO, de acordo com uma reportagem exclusiva do Insider. O CEO Stephen Marsan criou um local de trabalho tóxico onde apenas garotas brancas, magras e bonitas podiam trabalhar em suas lojas.

O ex-vice-presidente sênior, Luca Rotondo, disse que Marsan pedia para contratar meninas que se encaixassem em suas especificações: “Se ela fosse negra, se ela fosse gorda... ele não as queria na loja". A fonte também relatou que várias mulheres foram demitidas por sua aparência física e raça. Brandy Melville e nenhum dos seus diretores quiseram comentar o caso.

A reportagem disse que Marsan estava tão envolvido em todas as áreas de negócios que até mesmo pedia fotos de corpo inteiro de meninas - algumas com apenas 14 anos - antes de dar luz verde aos gerentes das lojas para contratá-las.

E depois que as meninas começaram a trabalhar na Brandy Melville, esperava-se que continuassem enviando fotos de corpo inteiro para o CEO sempre que estivessem na loja.

Apesar da cultura supostamente tóxica, várias funcionárias disseram que achavam que era um símbolo de status trabalhar em uma marca tão empolgante. E as garotas favoritas da gerência - conhecidas como “flocos de neve especiais” - eram tratadas com luvas de pelica. Essas meninas tiveram acesso ao loft da empresa no Soho, em Nova Iorque, viajaram para o Havaí e Itália e foram levadas para fazer compras em vários lugares do mundo.

Essas vantagens levaram a um comportamento inadequado, de acordo com a reportagem. As funcionárias favorecidas deveriam experimentar roupas novas na frente da gerência masculina - e se despir na frente deles. Uma gerente de 21 anos disse que foi abusada sexualmente no apartamento da empresa no Soho por um homem que dirigia várias lojas Brandy Melville. Marsan lançou a marca na Itália na década de 1990 antes de trazê-la para os Estados Unidos em 2009.

Conforme a empresa continuou sua ascensão, Marsan se tornou mais controlador. A reportagem da Insider afirma que, em 2013, ele direcionou a equipe de várias lojas para remover todas as roupas, exceto os três menores tamanhos. A partir de então, Brandy Melville adotou a abordagem “tamanho único” de oferecer apenas os menores possíveis.

CEO também enviava mensagens de texto para um texto de grupo chamado “piadas de Brandy Melville” que eram racistas, misóginas e antissemitas.

Em um aplicativo de mensagem - que incluiu cerca de 30 amigos e colegas de trabalho, o CEO fez pelo menos 24 referências a Adolf Hitler. Uma foto editada do líder nazista trazia a legenda “Prêmio Nobel de churrasco”, dizia o relatório.

Marsan também enviou inúmeras mensagens racistas. Em um ponto, ele postou uma foto do programa ‘Dias Felizes’ com a legenda, "Não havia pessoas negras neste programa - é por isso que foi chamado de ‘Dias Felizes’". O grupo também trocava imagens pornográficas.

Poucas horas depois da história explosiva, a Pacsun - o único atacadista americano Brandy Melville - disse que estava "aflito" com a reportagem e reavaliando seu relacionamento com a marca. De acordo com o Insider, a gerente afirma que foi abusada sexualmente e pensa que o melhor é fechar a loja: “Eles fariam um favor a todos para fechar este negócio”.

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