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CEO da Intel prevê que escassez de semicondutores pode durar anos

·2 minuto de leitura

O CEO da Intel, Pat Gelsinger, disse durante a apresentação da empresa na Computex 2021 que a alta demanda por semicondutores ultrapassou a oferta em decorrência da pandemia da COVID-19 . "Embora a indústria tenha tomado medidas para lidar com as restrições de curto prazo, ainda pode levar alguns anos para que o ecossistema resolva a escassez de chips de capacidade de fundição, substrato e componentes", afirmou o líder da fabricante de processadores.

Gelsinger acredita que o aumento do uso de servidores em nuvem, 5G e inteligência artificial também aumentou a procura pelos componentes, sobrecarregando as cadeias de produção. Ele ainda comentou que a Intel trabalha com parceiros em todo o ecossistema de tecnologia para aumentar a produção e atender à demanda, e quase dobrou sua capacidade de fabricação de wafers de processadores nos últimos quatro anos.

No pronunciamento, o CEO alertou que a escassez prejudica o crescimento de todos os setores da economia mundial. Para ajudar nisso, a Intel está trabalhando em um esquema colaborativo em todos os níveis produtivos dos fornecedores. Um dos exemplos para o caso foi das instalações da empresa no Vietnã, onde serão fornecidas "milhões de unidades" ainda em 2021.

Os comentários de Gelsinger destacam dois pontos importantes da situação atual. O primeiro é de que a Intel, suas concorrentes e parceiras estão longe da curva de oferta e demanda gerada pela escassez de semicondutores. Já a segunda é que a pandemia atingiu e ainda afeta o abastecimento mundial, prejudicando até mesmo a linha de produção de algumas fabricantes — como é o caso da TSMC, onde a infecção de colaboradores afetou a distribuição de componentes para clientes como AMD, Apple, Qualcomm e outras. Embora a companhia tenha tomado medidas para não espantar a clientela, Taiwan passa por uma nova onda de infecção, que atinge todo o país e afeta toda a cadeia de produção de semicondutores.

Fonte: Canaltech

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