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CEO da Breeze mira Brasil com Airbus A220 de longo alcance

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O fundador e CEO da Breeze Airways, David Neeleman, disse que é mais provável que a startup americana opere uma versão de longo alcance do A220 da Airbus em rotas para o Brasil do que em voos para o outro lado do Atlântico.

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A Breeze, que começou a operar em maio, ainda está em negociações com a Airbus para uma versão do A220-300 equipada com tanques de combustível extras destinados a estender seu alcance para 4.000 milhas náuticas. Isso permitiria acessar capitais de 10 a 12 estados brasileiros a partir da Flórida, disse Neeleman nesta quarta-feira em Londres.

O mercado do Atlântico Norte é interessante, mas sazonal, então provavelmente não seria um alvo da Breeze, disse Neeleman durante o Festival Mundial de Aviação. “Estou muito mais interessado na América Latina.”

Neeleman, empresário do setor nascido no Brasil que fundou cinco companhias aéreas, disse que a Airbus trabalha em processos internos no avião e que espera notícias sobre uma decisão em breve. Ele disse que a fabricante já ampliou o alcance do A220-100, de menor porte, para atender a clientes de jatos executivos, o que deve tornar o projeto relativamente simples.

A Breeze, com sede em Salt Lake City, opera atualmente uma frota de 13 jatos E190 e E195 da Embraer, com mais por vir. No mês passado, a empresa recebeu o primeiro avião da encomenda de 80 unidades do A220-300 padrão, com alcance de 3.400 milhas.

Impacto da ômicron

Neeleman disse que a cepa ômicron do coronavírus até agora não teve impacto nas rotas domésticas dos Estados Unidos nas quais a Breeze opera atualmente. Ele disse que os aviões operam com 75% a 80% dos assentos ocupados e que os voos estiveram quase completos no feriado de Ação de Graças.

A Breeze estuda 400 mercados para uma possível expansão com sua frota cada vez maior. Neeleman disse que a operadora se limitará a rotas ponto a ponto que fornecem links diretos para cidades americanas menores, comparando o plano com o crescimento de operadoras europeias de baixo custo, como a Ryanair, que criou demanda ao acessar destinos com poucas opções de voos.

Os voos para o Brasil irão expandir as operações da Breeze para um mercado onde outra empresa de Neeleman, a Azul, estabeleceu-se como um importante player desde seu lançamento em 2008. A Azul deve operar acima de 50% dos níveis de 2019 em janeiro, prevê.

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