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Central sindical propõe greve do serviço público, mas sindicalistas acham que é cedo

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 03.11.2020: Ato em defesa do auxílio emergencial e da desoneração da Folha com garantia de emprego organizado pelas principais centrais sindicais do país, CUT, Força Sindical, UGT, CTBNCST e CSB. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 03.11.2020: Ato em defesa do auxílio emergencial e da desoneração da Folha com garantia de emprego organizado pelas principais centrais sindicais do país, CUT, Força Sindical, UGT, CTBNCST e CSB. (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Antonio Neto, vai sugerir na próxima reunião das centrais sindicais uma greve geral do serviço público contra a reforma administrativa.

Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), diz que a proposta da paralisação não é novidade e já foi feita por outras centrais, mas ainda é cedo.

"Se for o caso de não ter alternativa e o governo insistir nesta reforma, não há dúvida de que é um dos motivos para parar o Brasil", diz Patah.

Para Miguel Torres, da Força Sindical, não tem clima. A ideia é, antes, fortalecer a informação nas bases, ele afirma.

Desde a semana passada, um grupo de 15 centrais sindicais, entre elas CUT, Força Sindical e UGT, têm feito mobilizações municipais e estaduais em resistência ao projeto, que terminam no dia 3 de agosto com um ato em Brasília.

As entidades também aderiram às manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro marcadas para 24 de julho.

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