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As cenas mais tristes dos games

·10 min de leitura

A tristeza é uma das seis emoções que os seres humanos são capazes de sentir. As causas são diversas, mas uma delas é quando nos identificamos com um momento difícil que alguém está passando ou apenas lamentamos o ocorrido. A sensação é muito usada nos cinemas, na música e até nos videogames, para pegar os nossos corações e acabar com ele em um único golpe.

Algumas pessoas são mais emotivas do que outras, mas com certeza você já derrubou lágrimas jogando (as de raiva por perder do chefão difícil não valem aqui, ok?). Para marejar seus olhos novamente, o Canaltech separou as cenas mais tristes dos games e que com certeza fizeram você largar o controle e ir buscar um lenço de papel.

Mas atenção, esta lista contém spoilers das tramas dos jogos, então pule os games que você tem planos de jogar ou leita por sua conta e risco.

10. Metal Gear Solid 3: Snake Eater (2004)

Do aclamado game designer Hideo Kojima, claro que a saga de Solid Snake teria momentos profundos de narrativa. No terceiro jogo, a história se passa na Guerra Fria, em 1964. Mesmo que esse texto tenha spoilers, não vamos nos alongar em explicar a trama, pois ela é muito complexa e repleta de reviravoltas.

De forma geral, podemos dizer que é um grande jogo de espionagem, e uma das grandes figuras disso tudo é o antagonista The Boss. No fim do embate entre ele e o protagonista, que resulta na morte do vilão, descobre-se que ele era um agente infiltrado e esteve do lado de Snake o tempo todo. A revelação causa um misto de sentimentos, mostrando que a batalha de gato e rato poderia ter sido diferente.

Metal Gear Solid 3: Snake Eater foi lançado para PS2, mas recebeu versões para PS3, Xbox 360 e Nintendo 3DS. É possível jogar a versão HD no Xbox One e Series X|S por meio da retrocompatibilidade.

9. Halo 4 (2012)

A série de FPS espacial sempre trouxe o Master Chief como protagonista. Para orientá-lo e acompanhar nas missões, a inteligência artificial Cortana sempre estava lá, mas neste jogo foi o seu último momento.

Durante a missão final do game, a I.A. se sacrifica para que John sobreviva à explosão, em um momento profundo que traz à tona toda a história entre os dois. O jogo não é dos mais amados, mas traz uma história profunda para o protagonista.

Halo 4 está disponível para PC e Xbox One.

8. Final Fantasy VII (1997)

O sétimo jogo de RPG da aclamada fantasia da Square Enix é um dos mais amados, a ponto de ser remasterizado e conquistar ainda mais fãs. Na trama, Cloud precisa resolver o caos causado pela destruição do reator de Midgar. Em um desses ataques, ele acaba sendo arremessado para uma parte mais periférica da cidade, onde conhece Aerith.

Depois de Cloud e os jogadores criarem um laço com ela, vem o baque: o momento mais dolorido e impactante da trama é quando Aerith é assassinada por Sephiroth. No remake de 2020, a cena ainda não aconteceu, mas os jogadores podem se preparar para chorar muito de novo.

Final Fantasy VII foi lançado originalmente para PS1, mas atualmente tem versões para PS4, PSP, Xbox One, Nintendo Switch, PC, iOS e Android.

7. Gears Of War 3 (2011)

Outra amada série de ação, mas dessa vez em terceira pessoa, também mostra que os brutos são capazes de se emocionar. Dominic Santiago, Dom para os íntimos, era um amado personagem da série, mas desde que perdeu a esposa em Gears of War 2 (outro momento tristíssimo da saga) ele nunca mais foi o mesmo.

No terceiro jogo da série, o esquadrão precisa de combustível para o submarino, mas são atacados por diversos Locust. Vendo que a situação está complicada, o personagem entra em um caminhão e parte rumo a colisão há diversos tanques, para explodir os inimigos e liberar o caminho dos aliados.

O ponto é um dos mais dramáticos em toda a série, de modo que impacta na vida de todos os outros personagens, que ficam extremamente abalados com a partida do amigo.

Gears of War 3 está disponível no no PC e Xbox One.

6. Life is Strange (2015)

O primeiro jogo da amada franquia de escolhas foi um grande sucesso. Na trama, a jovem Max tem o poder de voltar no tempo e, junto com a amiga Chloe, tentam usá-lo para o bem. No entanto, as ações geram um efeito apocalíptico que começa a destruir Arcadia Bay.

No final do game, é preciso escolher entre deixar a cidade ser destruída ou voltar no tempo para o momento em que Chloe morre no disparo acidental de Nathan, no banheiro. Depois de viver momentos intensos com a rebelde de cabelo azul, é realmente muito doloroso ter que escolher entre a vida dela ou da cidade inteira.

Outro momento intenso que gera um misto de angústia com resolução é quando as duas encontram o corpo de Rachel, vítima do professor Mark, no quarto capítulo do jogo. Sem mostrar muito, apenas um saco preto enterrado, a gente sabe sobre o que se trata e sofre junto.

Life is Strange está disponível no PC, PS4 e Xbox One e faz parte do Life is Strange: Remastered Collection, que chegará em 2022.

5. Undertale (2015)

O aclamado jogo indie de Toby Fox foi um marco para a indústria como um todo. Com mecânicas e visuais simples, o game traz uma história forte e uma tecnologia que lembra das escolhas do jogador através do cache, mesmo em um novo save.

O título tem três opções de jogo, que variam conforme cada um joga: Pacifista, em que tudo é resolvido com conversas; Neutro, que equilibra diálogos e derrotar inimigos aqui e ali; e o Genocida, que exige eliminar todos os que cruzarem o caminho.

Em cada uma dessas possibilidades, alguns personagens acabam morrendo. Falando de forma geral, Undertale faz você amar todos os personagens, então ser responsável pela morte de Papyrus e Toriel, por exemplo, é como amassar o próprio coração.

Um momento desolador em especial é quando Asriel, na rota Neutra, mata todos os personagens e o jogo finge que acaba. Não tem como não chorar nessa hora, mas depois que você consegue reviver um por um, vem uma nova leva de lágrimas — mas dessa vez são lágrimas de vitória e alívio.

Undertale está disponível para PC, PS4, Nintendo Switch e Xbox One.

4. Bioshock Infinite (2013)

O terceiro e último game da saga steampunk trouxe tudo que há de bom nos jogos anteriores e ainda melhorou; incluindo as partes dramáticas. Desta vez, acompanhamos o investigador Booker DeWitt indo a cidade flutuante de Columbia para resgatar a jovem Elizabeth, que tem o poder de criar fendas dimensionais.

Com o avanço do enredo, cheio de realidades paralelas e viagens temporais, descobrimos que o protagonista é, na verdade, o próprio vilão Zachary Comstock. Além disso, Elizabeth é sua filha Anna DeWitt, que acabou sendo levada, ainda pequena, como forma de pagamento de dívidas.

Em mais uma viagem dimensional, as várias versões de Elizabeth precisam afogar Booker para quebrar o ciclo e todas as dimensões voltarem ao normal. Depois de uma intensa aventura por Columbia, a cena de “despedida” é marcante e não se sabe ao certo se, pelo próprio sacrifício, o protagonista conseguiu ficar com a filha (mas vamos buscar conforto no sim).

No DLC Burial At Sea, acompanhamos Elizabeth como investigadora e ajudando as clássicas Little Sisters, antes delas ficarem monstruosas. Enganada pelo vilão Atlas, ela acaba morrendo para que as crianças possam ser salvas por Jack no futuro, no final "bom" do primeiro Bioshock.

Bioshock Infinite está disponível para PS4, PS3, Xbox One, Xbox 360 e também faz parte da coletânea remasterizada Bioshock: The Collection.

3. The Last of Us Part II (2019)

O segundo capítulo da amada série da Naughty Dog é um dos mais melancólicos do mundo dos games (ainda mais com Pearl Jam na trilha sonora, deixando o tom grunge ainda mais evidente). Joel é assassinado por Abby logo nas primeiras horas, o que desencadeia a história de vingança de Ellie.

A morte do amado personagem não é a "cereja do bolo", mas a base do recheio da tristeza. Ao longo da trama, diversos coadjuvantes morrem, tanto do lado de Abby quanto de Ellie, deixando tudo mais doloroso já que você se apega a muitos deles.

O final é o grande encerramento, mostrando como a espiral de caos de olho por olho e dente por dente não levou a nada a não ser mais dor. Relembrando momentos entre Ellie com Joel e Dina (e o bebê JJ), a protagonista percebe que perdeu todos quem mais amava, de formas diferentes. O momento ainda é coroado na cena em que ela tenta tocar violão, mas não consegue mais porque perdeu os dedos brigando com Abby.

The Last of Us Parte II está disponível para PS4 e tem versão aprimorada para o PS5.

2. Red Dead Redemption 2 (2018)

Arthur Morgan é o protagonista do segundo jogo de velho oeste da Rockstar Games, e facilmente um dos personagens mais queridos dos últimos anos. No enredo, ele e os demais membros da gangue de Dutch se envolvem em uma série de problemas com criminosos e a polícia, em busca da liberdade e do dinheiro que nunca chega. Mas Arthur tem um bom coração.

No final do jogo, Arthur percebe que a parceria da gangue não é mais o que ele acreditava ser. Já com a tuberculose avançada (que na época era muito letal e sem cura), o protagonista vai além de sua capacidade para salvar John Marston e enfrentar os ex-companheiros que traíram o grupo. Por fim, ele morre deitado em uma pedra, contemplando o nascer do sol e encerrando a grande história contada no título. Entretanto, a morte de Arthur possui quatro variações, que dependem das suas escolhas ao longo do jogo e no nível de honra obtido.

Vale destacar também a morte de John no final do primeiro Red Dead Redemption (2010). Quando toda a polícia está em sua fazenda, não há nada que o pistoleiro possa fazer e sua morte cravejado de balas é iminente. Se você jogou, com certeza você marcou o máximo de alvos com o Dead Eye, mas em vão.

Red Dead Redemption 2 está disponível para PC, PS4 e Xbox One. Já Red Dead Redemption está disponível para Xbox 360 e PS3, mas pode ser jogado no Xbox One via retrocompatibilidade.

1. The Walking Dead (2012)

No grande sucesso da Telltale, acompanhamos Lee e a jovem Clementine enfrentando zumbis e sobreviventes mal-intencionados no apocalipse. Em dado momento, a criança é sequestrada, e daí começam os momentos difíceis para o coração.

Lee é mordido por um zumbi e a infecção se espalha. Ele já sabe que seus momentos estão contados. O protagonista consegue usar seus últimos momentos de força para resgatar Clementine no final da primeira temporada, restando à pequena garota a difícil decisão de matar a figura paterna para que ele não se transforme ou deixá-lo ali.

Chega a ser difícil escolher o mais doloroso: saber que Clem ficará sozinha, se despedir de Lee, fazer a criança apertar o gatilho ou até mesmo os três.

The Walking Dead está disponível em dispositivos móveis com Android e iOS, PC (via Steam), PlayStation 4, Xbox One e no Game Pass. No total, o game da falecida Telltale conta com quatro temporadas, com a última encerrando a história de Clementine. Todas elas podem render mais um punhado de lágrimas aos jogadores, diga-se de passagem.

Fonte: Canaltech

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