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Celulares infiltrados entregam centenas de criminosos à polícia

·1 minuto de leitura

Por Colin Packham e Toby Sterling

CANBERRA/AMSTERDÃ (Reuters) - Uma estratégia global em que telefones criptografados que policiais podiam monitorar foram vendidos a gangues do crime organizado resultou em mais de 800 prisões e apreensão de drogas, armas, dinheiro e carros de luxo, disseram autoridades nesta terça-feira.

A operação, envolvendo o FBI e as polícias australiana e europeia, prendeu suspeitos na Austrália, Ásia, Europa, América do Sul e Oriente Médio envolvidos no comércio mundial de entorpecentes, disseram as autoridades.

Milhões de dólares em dinheiro foram apreendidos em batidas em todo o mundo, junto com 30 toneladas de drogas, incluindo mais de oito toneladas de cocaína.

O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, disse que a operação "desferiu um forte golpe contra o crime organizado - não apenas neste país, mas ... em todo o mundo".

A operação 'Greenlight/Trojan Shield', concebida pela polícia australiana e pelo FBI em 2018, foi uma das maiores infiltrações e controle de uma rede criptografada especializada.

Tudo começou quando autoridades norte-americanas pagaram a um traficante de drogas condenado para dar-lhes acesso a um smartphone que ele personalizou, no qual tinha instalando o ANOM, aplicativo de mensagens criptografadas. Os telefones foram então vendidos para redes de crime organizado por meio de distribuidores do submundo.

O FBI ajudou a infiltrar 12 mil dispositivos em 300 grupos criminosos em mais de 100 países, disse Calvin Shivers, da Divisão de Investigação Criminal do FBI, a repórteres em Haia.

(Reportagem adicional de Joseph Menn, Tom Allard, Jonathan Barrett, Essi Lehto, Riham Alkousaa e Caroline Copley)

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