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Celulares em conta com 5G no Brasil

·5 minuto de leitura
Celulares em conta com 5G no Brasil
Celulares em conta com 5G no Brasil

O nosso país ainda não conta com 5G “puro” – e estamos bem atrás nisso. Mas ter um celular 5G não é completamente sem propósito: enquanto se corre atrás do prejuízo, já possuímos redes DSS.

Mais disseminados entre os flagships, fato é que nem todos podem — ou querem — pagar R$ 5 mil, R$ 6 mil ou mais em um celular. E por que não procurar um modelo já preparado para o 5G? Motorola, Realme e Samsung são as três fabricantes que já lançaram celulares intermediários com a quinta geração de redes. E eles são tão compatíveis com as redes DSS como os tops de linha.

1. Moto Edge – R$ 3 mil
Motorola Moto Edge e Edge Plus
Motorola Moto Edge e Edge Plus

Com Snapdragon 765G, o primeiro celular da Motorola com 5G no Brasil foi o intermediário Moto Edge. Ele chegou a receber a compatibilidade com as redes DSS antes mesmo do modelo Edge Plus, um flagship. No varejo hoje (02/06) na faixa dos R$ 3 mil, o modelo tem tela curvada de 90HZ OLED, de 6,7 polegadas, e resolução Full HD.

Com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, dos três celulares intermediários da fabricante com 5G DSS no Brasil, temos aqui o mais equilibrado em recursos no geral. O modelo inclui até mesmo um sensor de zoom óptico, o que fica faltando no Moto G 5G Plus, que, por outro lado, chega com 8 GB de RAM.

2. Galaxy A52 5G — R$ 2,7 mil
Imagem mostra Galaxy A52 5G, que está sendo vendido pela Vivo com um brinde: os fones de ouvido Buds+
Imagem mostra Galaxy A52 5G, que está sendo vendido pela Vivo com um brinde: os fones de ouvido Buds+

Divulgação/Samsung

Atualmente o Galaxy A com 5G mais avançado do mercado — já que o A72 5G não está disponível — temos aqui um Snapdragon 750G com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno. Sem abdicar de outros bons recursos, ele traz painel Super AMOLED de 6,5 polegadas e resolução Full HD.A taxa de atualização vai até 120Hz.

Com mais recursos de hardware e tela que a variante 4G, o celular intermediário da Samsung é encontrado no varejo por volta de R$ 2,7 mil.

3. Realme 7 5G — R$ 2,6 mil
Realme 7 5G
Realme 7 5G

Único modelo da Realme com 5G no Brasil, o celular intermediário foi anunciado em abril, e é atualmente encontrado por R$ 2,6 mil no varejo. É outro com 8 GB de RAM, e 128 GB de armazenamento interno. O processador é um MediaTek Dimensity 800U. Com tela LCD de 6,5 polegadas e resolução Full HD, a taxa de atualização chega a altos 120Hz. Outro destaque do modelo é o carregamento de 30W

4. Galaxy A32 5G — R$ 2,4 mil
Galaxy A32, celular 5G mais barato deste ano da Samsung, é oficializado
Galaxy A32, celular 5G mais barato deste ano da Samsung, é oficializado

Foto: Divulgação/Samsung

A Samsung já lançou dois celulares intermediários com 5G no país, e ambos são variantes de aparelhos 4G. Curiosamente, cada um destes contou com uma estratégia diferente: o Galaxy A32 5G perdeu hardware para receber a quinta geração de redes, enquanto o Galaxy A52 5G ganhou especificações bem mais robustas na variante voltada a este atrativo.

Sobre o A32 5G, o processador MediaTek Dimensity 720G o abastece, com 4 GB de RAM e 128 GB de memória interna. A tela, de 6,5 polegadas, é um painel LCD de 60Hz e resolução HD. Ao passo que ganha 5G, sofre perdas expressivas de recursos, já que o modelo 4G conta com display AMOLED, resolução Full HD, e taxa de atualização de 90Hz. O modelo é encontrado na faixa dos R$ 2,4 mil.

5. Moto G 5G Plus — R$ 2,1 mil

Com o mesmo processador do Moto Edge, o Moto G 5G Plus 8 GB de RAM com os mesmos 128 GB de armazenamento interno. Sua tela, apesar de LCD de 6,7 polegadas e resolução Full HD, tem taxa de atualização de 90Hz.

Com 2 GB de RAM a mais que o primeiro celular 5G da Motorola no país, o intermediário tem preço médio no varejo de R$ 2,1 mil. Para quem procura um celular intermediário com conectividade 5G e está disposto a renunciar a um design diferenciado, a economia pode ser considerável ao optar por este modelo, no leque de possibilidades da Motorola.

6. Moto G 5G – R$ 1,8 mil
Moto G 5G é lançado
Moto G 5G é lançado

Primeiro Moto G com conectividade 5G, o celular intermediário da Motorola é o mais democrático quando falamos de preço. No varejo é encontrado na média dos R$ 1.8 mil. E isto não chega a lhe custar renunciar a muito. Também traz 6 GB de RAM com 128 GB de armazenamento interno, e tem o processador Snapdragon 750G.

Por outro lado, o painel aqui é um LCD de 6,7 polegadas Full HD, mas sem alta taxa de atualização. Seu irmão mais avançado traz melhorias nesse sentido, cobrando um pouco mais por isso.

O 5G atual

É importante ressaltar que o 5G do Brasil, no momento, é uma espécie de ensaio para o 5G real, que já está em testes por algumas operadoras, mas carecendo de leilão das frequências pela Anatel. A estatal que regula as telecomunicações vem adiando esta etapa do trâmite há alguns anos.

O 5G DSS vem de “Dynamic Spectrum Sharing”, ou seja, compartilhamento a partir de uma rede LTE. As empresas vêm demonstrando como as velocidades são melhores, mas a não estruturação exclusiva para esta conexão impede outros benefícios da tecnologia, como a baixíssima latência e velocidades na casa dos gigas.

A cobertura ainda é limitada

Se você está pensando em comprar um celular intermediário com 5G, deve observar ainda a cobertura. Como o pontapé foi dado recentemente, não sonhe com um Brasil totalmente coberto pela tecnologia. Aliás, são algumas poucas regiões cobertas.

A Vivo, por exemplo, tem 5G em bairros selecionados de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, e São Paulo. A Claro em bairros específicos de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Belém, Porto Alegre, Santos, Campinas, Guarulhos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Santo André, São Luís, Brasília, Rio Verde, e Goiânia.

Já a TIM tem a tecnologia em bairros de São Paulo, Santos, Campinas, BeloHorizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Bento Gonçalves, Itajubá e Três Lagoas. A Oi não utiliza DSS, mas sim o 5G “comum” de forma limitada e apenas em Brasília.