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Celulares e computadores ficarão ainda mais caros em 2022; entenda o motivo

·1 minuto de leitura

A crise dos semicondutores está longe de acabar e isso deve continuar a afetar os preços e oferta de produtos eletrônicos por algum tempo. Segundo relato do site Nikkei, o preço dos componentes deve subir ainda mais em 2022, impactando diretamente a fabricação de celulares, computadores e automóveis. Com isso, itens como iPhone, iPad e demais gadgets também terão um acréscimo no valor.

Segundo a publicação, a taiwanesa TSMC, uma das maiores fabricantes de semicondutores do mundo, terá de fazer o maior aumento da década no preço dos componentes. Com esse cenário, empresas que compram diretamente deste fornecedor, como Nvidia e Qualcomm, naturalmente devem repassar os custos aos seus clientes, casos de Samsung, Xiaomi, Apple, Ford e General Motors.

Além disso, a estratégia mercadológica dessas empresas deve ser modificada. Marcas como Samsung e Xiaomi, por exemplo, possuem uma vasta gama de celulares intermediários e de entrada, que atendem uma alta parcela dos clientes. Com a falta de semicondutores para a fabricação desses produtos, as empresas vão focar na criação de modelos com maior valor agregado para compensar a defasagem nas receitas.

(Imagem: Reprodução/Technizo Concept/LetsGoDigital)
(Imagem: Reprodução/Technizo Concept/LetsGoDigital)

O preço de alguns componentes teve aumento de mais de 400% no ano passado, indo de US$ 0,20 cada para mais de US$ 1. No caso da Apple, que adota um outro tipo de linha de produção, a diferença será vista nos preços do vindouro iPhone 13, com um acréscimo considerável no valor de revenda já este ano.

Em outros mercados, como o automotivo, além do preço, as montadoras têm esvaziado os automóveis. A Volkswagen, por exemplo, passou a ofertar modelos como Fox, Nivus e Polo sem suas centrais multimídia de série.

Fonte: Canaltech

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