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Mesmo com mais de 155 mil mortos, Russomanno diz que Covid-19 "não dizimou ninguém"

·2 minuto de leitura
Renato S. Cerqueira/Futura Press
Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press

Celso Russomanno (Republicanos), candidato à Prefeitura de São Paulo, afirmou que a pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 155 mil pessoas no país. “não dizimou ninguém”. Só na cidade que pretende gerir a partir de 2021, a Covid-19 fez mais de 13.300 vítimas.

"Por acaso a tal da covid-19 dizimou todo mundo? Dizimou ninguém", disse durante transmissão ao vivo em um canal no youtube.

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Russomanno já havia criado polêmica ao alegar uma suposta maior proteção dos morares de rua ao vírus por eles “não tomarem banho”. Na mesma entrevista, ele culpou a imprensa pela repercussão negativa.

"O que eu disse na entrevista é que a ciência tinha que explicar pra gente por que é que os moradores em situação de rua, que não tinham como fazer higiene todos os dias, que não tinham como tomar banho, tinham um índice tão baixo de óbito por covid", afirmou.

Nesta quarta-feira (21), a Justiça Eleitoral negou um pedido de resposta ao candidato sobre a afirmação. Russomanno diz que sua declaração foi tirada de contexto.

Em sua propaganda eleitoral, Russomanno diz ser o único amigo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre os candidatos à prefeito na capital paulista.

Além de seguir Bolsonaro na minimização da gravidade da pandemia, Russomanno atacou o prefeito Bruno Covas (PSDB), a quem acusou de “soldar” portas de comércio.

"O 'BrunoDoria' fez um monte de covas aí, comprou milhares de caixões, comprou 28 mil caixões se não me engano, empilhados, guardados, achando que ia acontecer o pior. Deixou todo mundo em pânico, todo mundo parou de trabalhar e a gente quebrou a cidade, quebrou o estado."

A compra de caixões mencionada por Russomanno, no entanto, já estava prevista desde antes da pandemia do novo coronavírus atingir o país. Segundo o portal UOL, a aquisição foi realizada pelo Plano de Contingenciamento Funerário do órgão municipal.