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CELAC pede democratização da produção e do acesso a vacinas anticovid

·1 minuto de leitura
Mulher é vacinada contra a covid-19 em Zapopan, estado de Jalisco, México, em 6 de abril de 2021

A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC) fez nesta segunda-feira (19) um apelo à comunidade internacional e ao setor farmacêutico mundial a "democratizar a produção e o acesso" às vacinas contra a covid-19.

A reivindicação da CELAC, cuja presidência temporária está a cargo do México, considera que as vacinas são "um bem público global" e destaca a necessidade de "melhorar sua escalada em nível mundial", informou a organização em um comunicado.

"É urgente que setor privado, governos e organismos internacionais trabalhemos para alcançar um acesso justo, equitativo, solidário, transparente, oportuno e universal às vacinas, equipamento de diagnóstico, medicamentos e outras tecnologias sanitárias contra a covid-19", acrescentou.

Ele considerou, ainda, que o progresso da "democratização" deve incluir a modernização da infraestrutura médica e a capacitação do pessoal sanitário na região.

O governo do presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, reivindicou várias vezes o acesso equitativo às vacinas contra a covid-19 e tem acusado os países mais ricos de "monopolizar" a produção de imunizantes.

"Onde está a fraternidade universal? A ONU tem que intervir porque parece um vaso de flores, está de enfeite", disse López Obrador em fevereiro passado, ao denunciar que "mais de 100 países" não tinham nenhuma vacina.

O México, de 126 milhões de habitantes e que iniciou a vacinação contra a covid-19 em 24 de dezembro, aplicou 14,24 milhões de doses, segundo cifras oficiais até 17 de abril.

O país é o terceiro mais castigado do mundo pela covid, com 212.339 mortos, atrás de Estados Unidos e Brasil.

jla/llu/mvv