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CEOs de tecnologia são sabatinados sobre invasão ao Congresso dos EUA

Redação Finanças
·2 minuto de leitura
O CEO of Twitter, Jack Dorsey, durante depoimento
O CEO of Twitter, Jack Dorsey, durante depoimento
  • Executivo do Twitter admitiu que plataforma ajuda na desinformação

  • É a segunda vez que CEOs são ouvidos no Congresso

  • Principal defesa foi a lei americana que protege empresas de internet

Os presidentes-executivos das gigantes de tecnologia Facebook, Twitter e Google participaram nesta quinta-feira (25) de uma audiência online com membros do Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Estados Unidos. A sabatina foi para falar sobre desinformação na internet.

Durante a reunião, os executivos foram questionados sobre a responsabilidade das redes na invasão ao Congresso dos EUA, que aconteceu em 6 de janeiro deste ano. Essa não é a primeira vez que os executivos do setor de tecnologia tiveram de encarar perguntas do Congresso americano. 

No ano passado, outra audiência com os executivos das grandes empresas de tecnologia aconteceu para ouvi-los sobre moderação de conteúdos e práticas de mercado. Em 2020, o Google e Facebook foram processados nos EUA por práticas anticompetitivas. 

Mark Zuckerberg, do Facebook, Sundar Pichai, do Google, e Jack Dorsey do Twitter, foram cobrados a responder com "sim ou não" se suas plataformas contribuíram com a disseminação de desinformação e o planejamento do ataque. Dorsey disse que sim, ressaltando que o problema não é apenas dos sistemas tecnológicos, já Zuckerberg e Pichai se recusaram a dar uma resposta direta.

Facebook, de Zuckerberg, esteve na mira de acusações na época da eleição de Trump
Facebook, de Zuckerberg, esteve na mira de acusações na época da eleição de Trump

"Acho que a responsabilidade é das pessoas que agiram para infringir a lei", disse o presidente do Facebook. A exigência da resposta com "sim ou não", que se repetiu em outros momentos da sessão, pareceu irritar os executivos. 

Durante a audiência, ironizando o formato do interrogatório, Dorsey publicou uma enquete em sua conta no Twitter com as opções "yes" e "no".

Pandemia

Entre os questionamentos, foram recorrentes também assuntos relacionados à pandemia. Além disso, os deputados fizeram perguntas sobre o uso de plataformas digitais por crianças, bullying e discursos de ódio direcionados a grupos específicos.

Em uma das perguntas, um deputado questionou se os líderes das empresas já haviam recebido o imunizante para coronavírus. Dorsey, de 44 anos, e Zuckerberg, de 36 anos, informaram que ainda não haviam sido vacinados, enquanto Pichai, de 48 anos, afirmou ter recebido a primeira dose na semana passada. 

Os executivos se defenderam usando a Seção 230, lei americana que protege empresas de internet de responsabilização por conteúdos de usuários. Zuckerberg defendeu a reforma da lei, dizendo que as empresas devem ter imunidade de responsabilidade.