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CDC dos EUA aumenta controle de variante identificada na Índia

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Autoridades federais de saúde nos Estados Unidos aumentam a vigilância sobre a variante do coronavírus identificada pela primeira vez na Índia, considerada altamente contagiosa. Especialistas alertam que as áreas subvacinadas nos EUA podem se tornar focos para a mutação.

Embora os casos nos EUA atribuídos à variante B.1.617 atualmente respondam por menos de 1%, a taxa de crescimento permanece obscura devido ao pequeno tamanho da amostra. Além disso, um grupo científico disse que a cepa pode ser até 50% mais transmissível do que a B.1.1.7, a variante identificada no Reino Unido. Essa mutação foi detectada pela primeira vez nos EUA no fim de dezembro e agora domina os casos no país.

Um estudo no Reino Unido mostrou que a vacina da Pfizer-BioNTech mostrou ser “altamente eficaz” contra uma forma da variante B.1.617 duas semanas após a segunda dose, confirmando dados preliminares de ensaios clínicos da fase 3. Ainda assim, a variante chega aos EUA quando as medidas contra a pandemia são flexibilizadas e cerca de 60% da população ainda não está totalmente vacinada.

“Tudo que posso dizer é que as vacinas são altamente eficazes contra essa variante”, disse Samuel Scarpino, cofundador da Global.health, uma organização que rastreia casos de Covid e variantes internacionalmente. “Mas existem alguns estados nos EUA com cobertura de vacinação bastante baixa, o que os coloca em risco de possíveis surtos.”

A variante B.1.617 que devastou a Índia foi detectada pela primeira vez nos EUA entre o fim de fevereiro e o final de março deste ano. Em 4 de maio, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA classificaram a B.1.617 como uma variante de interesse. Agora, estuda se deve escalar sua posição para uma variante de preocupação, disse Jade Fulce, porta-voz do CDC.

Atualmente, o CDC classificou oito variantes de interesse, três das quais são formas da cepa B.1.617, de acordo com o site do CDC. A agência afirma que essas variantes “afetarão” a transmissão, o diagnóstico, a terapêutica ou o escape imunológico, mas ainda têm prevalência ou expansão limitada nos EUA ou em outros países.

Modelos mais recentes do Institute for Health Metrics and Evaluation, ou IHME, mostram que, apesar do menor uso de máscaras devido à nova diretriz do CDC nos EUA, as mortes diárias por Covid devem cair no país até o final de julho, graças ao aumento das taxas de vacinação. No entanto, o IHME espera que os casos de Covid aumentem no final de agosto.

As taxas de infecção podem aumentar ainda mais rápido, disse o grupo, com a propagação de novas variantes de escape, particularmente a B.1.617 e a mutação P.1, detectada pela primeira vez no Brasil.

Variantes de preocupação

Os esforços do CDC para determinar a classificação das variantes incluem revisões das porcentagens de casos mais recentes, bem como dados de pesquisa laboratorial, epidemiológica e clínica, de acordo com Jasmine Reed, outro porta-voz da agência. O CDC também está em contato com parceiros globais, incluindo a OMS, para compartilhar dados e coordenar a vigilância genômica e caracterização das variantes, disse Reed.

O estudo do Reino Unido divulgado recentemente pelo departamento de Saúde Pública da Inglaterra revelou que tanto a vacina da Pfizer, autorizada para uso nos EUA em caráter de emergência, quanto a da AstraZeneca, que ainda não está disponível no país, são “altamente eficazes” contra a forma B.1.617.2 da variante detectada pela primeira vez na Índia.

O estudo foi conduzido de 5 de abril a 16 de maio. O imunizante da Pfizer-BioNTech mostrou 88% de eficácia contra a variante B.1.617.2 duas semanas após a segunda dose. Duas doses da vacina da AstraZeneca indicaram eficácia de 60%.

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©2021 Bloomberg L.P.

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