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CBF tem que ser coerente sobre Palmeiras x Flamengo

Alexandre Praetzel
·2 minutos de leitura
Rogério Caboclo, presidente da CBF. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Rogério Caboclo, presidente da CBF. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

A polêmica sobre a realização do jogo entre Palmeiras e Flamengo não deveria acontecer. Óbvio que o prejuízo rubro-negro é gigantesco pelo surto de Covid-19, mas a CBF não abriu precedentes para outras equipes que passaram por algo parecido e entraram em campo, casos de Goiás, CSA, Imperatriz e Sampaio Correa. O secretário-geral da entidade, Walter Feldman, já disse que os clubes têm 40 jogadores inscritos nas Séries A e B e que é possível entrar em campo se houver o mínimo de atletas disponíveis.

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Se as autoridades futebolísticas respeitassem mais a pandemia, o futebol brasileiro não passaria por tantas situações problemáticas e constrangedoras. Como a CBF determinou o início do campeonato numa data específica, não há sentido em querer adiar jogos a cada rodada para não tornar a sua própria competição interminável.

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Assim, vira um jogo de empurra e cria-se uma batalha verbal entre os dirigentes das duas equipes. Enquanto o Flamengo não quer entrar em campo, o Palmeiras não abre mão de disputar o confronto. Então, é hora do presidente Rogério Caboclo confirmar ou transferir a partida, evitando um bate-boca desnecessário e intransigente. O debate não é dar vantagem para ninguém, e sim manter o que foi combinado e regulamentado lá atrás, com o protocolo específico.

Se o Flamengo tiver 16 atletas aptos, tem que entrar em campo. O resto é pensar apenas em si. A bola está com a CBF, sempre demorada em suas decisões.

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