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CBF: Comissão de Ética muda entendimento e amplia punição de Caboclo

·1 minuto de leitura

A Comissão de Ética da CBF reconsiderou o seu posicionamento no caso em que uma funcionária da entidade acusou o presidente afastado Rogério Caboclo de assédio. Até então, a comissão tinha entendido que Caboclo havia praticado uma conduta inapropriada e o puniu com afastamento de 15 meses. Agora, a pedido da defesa da vítima, a decisão foi revista e o assédio sexual foi considerado. Com isso, a pena foi ampliada para 21 meses de afastamento. A informação foi publicada primeiramente pelo site "ge".


Os três membros da Comissão que participaram do caso, Amilar Alves, Marco Aurélio Klein e Carlos Renato Azevedo Ferreira, também concluíram que bebidas alcóolicas foram compradas com verbas da CBF para o uso pessoal de Caboclo.

Apesar de ampliação da punição, a decisão da Comissão de Ética é apenas uma sugestão e precisa ser referendada pela Assembleia-Geral da CBF. Caso a Assembleia Geral acate o parecer da comissão, Caboclo só retornaria ao cargo em março de 2022, faltando um mês para seu mandato acabar. Como a reunião não tem data para acontecer, Caboclo só não retornou ao cargo porque uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro o afastou do cargo por um ano e o proibiu de frequentar a sede da CBF.


Caboclo também foi denunciado por outras duas funcionárias. Uma delas disse ao Ministério Público que foi assediada durante um voo. E outra relatos, inclusive, episódios de agressões. Caboclo nega todas as acusações.

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