Mercado abrirá em 1 h 36 min
  • BOVESPA

    110.345,82
    +1.857,94 (+1,71%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.376,89
    -141,41 (-0,27%)
     
  • PETROLEO CRU

    110,66
    +0,37 (+0,34%)
     
  • OURO

    1.857,20
    +9,40 (+0,51%)
     
  • BTC-USD

    29.377,59
    -1.141,58 (-3,74%)
     
  • CMC Crypto 200

    657,20
    -17,68 (-2,62%)
     
  • S&P500

    3.973,75
    +72,39 (+1,86%)
     
  • DOW JONES

    31.880,24
    +618,34 (+1,98%)
     
  • FTSE

    7.508,14
    -5,30 (-0,07%)
     
  • HANG SENG

    20.112,10
    -357,96 (-1,75%)
     
  • NIKKEI

    26.748,14
    -253,38 (-0,94%)
     
  • NASDAQ

    11.856,50
    -178,75 (-1,49%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1555
    +0,0078 (+0,15%)
     

Catar pode redirecionar gás para Europa com mediação dos EUA, diz fonte

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 min de leitura
Emir do Catar, SheikhTamim bin Hamad al-Thani, durante encontro com príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bon Salman, em Doha
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

Por Dmitry Zhdannikov e Andrew Mills

LONDRES (Reuters) - O Catar precisará da ajuda dos Estados Unidos para persuadir os compradores de gás natural de Doha a redirecionar alguns suprimentos para a Europa, caso um conflito entre Rússia e Ucrânia interrompa as entregas russas ao continente, disse uma fonte familiarizada com as discussões.

A questão será discutida em conversas em Washington na próxima semana entre o emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad al-Thani, e o presidente dos EUA, Joe Biden, disse uma das fontes.

Nas últimas semanas, o governo dos EUA abordou Doha e outros grandes produtores de energia para ver se eles podem ajudar caso a Rússia ataque a Ucrânia e os Estados Unidos imponham sanções a Moscou.

"Doha pode ajudar no caso de uma grande perturbação global como aconteceu em 2011 durante Fukushima", disse a fonte, referindo-se ao acidente com um reator nuclear no Japão.

Doha, um dos maiores produtores de gás natural liquefeito (GNL) do mundo, pode enviar algum gás extra adicional para a Europa. Mas não tem muita oferta de reposição, já que a maioria dos volumes é contratada em acordos de longo prazo, disse a fonte.

"Os principais clientes de gás do Catar precisarão ser persuadidos pelos EUA ou outros a permitir o redirecionamento de seu gás para a Europa como uma solução de curto prazo."

A longo prazo, o Catar espera que suas exportações de GNL aumentem significativamente. Mas, para garantir a segurança energética, a União Europeia precisa pensar em se comprometer com contratos de GNL de longo prazo para evitar futuros choques de fornecimento, disse a fonte.

(Por Dmitry Zhdannikov)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos