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Cássia Kis, aos 63, avisa que não quer mais sexo: "Me masturbo a cada três meses"

Lucas Pasin
·4 minutos de leitura
Cássia Kis (Foto: TV Globo)
Cássia Kis (Foto: TV Globo)

Cássia Kis, que se prepara para viver uma bruxa na série ‘Desalma’, com estreia no dia 22 de outubro na Globoplay, falou abertamente com a ‘Marie Claire’ sobre suas crenças, medos e desejos. A atriz, de 63 anos, relembrou alguns episódios traumáticos, como os três assédios que sofreu, e contou que atualmente se sente leve ao dizer que ‘não precisa mais ficar nua na frente de um homem’ e não sente mais vontade de ter sexo em sua vida.

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“Conheço mulheres atentas à reposição hormonal para poder estar em dia, mas eu não quero isso. Quero estar em dia com outra coisa. Meu corpo tá descendo a ladeira. Estou envelhecendo e gostando de ver. Sou uma mulher com 450 mil rugas. Não tenho concorrente”, disse ela para a publicação.

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Cássia continua: “Não tenho a menor necessidade de aparecer nua na frente de homem. Imagine que vou ficar escondendo isso, aquilo, para que correr esse risco? Não significa que não esteja cuidando de mim. Me masturbo com menos frequência do que há 30 anos, hoje uma vez a cada três meses. Às vezes você está num relacionamento, não tem vontade de transar, e quando vê está abrindo as pernas para o seu macho. Isso já é violento. Essa é uma das razões que fazem com que eu esteja sozinha. Não estou mais a fim de transar, não quero. É maravilhoso esse lugar de falar não”.

Aborto:

A atriz também relembrou episódios marcantes de sua vida. Ao falar de aborto, ela contou: “Quando olho para trás, uma das coisas que teria corrigido seria um aborto que fiz em 1985. Por mais que eu tenha me inclinado diante desse problema, pedido perdão, lamentado, às vezes faço as contas e vejo quantos anos esse filho teria, se eu seria avó. Quando sei de um aborto, me dói. Sou a favor da vida em qualquer situação.”

Assédio:

Cássia também relembrou episódios de assédio sofridos: “Sofri assédio sexual quando tinha 11 anos. Venho de uma família muito pobre, em que não se ia ao médico, quiçá dentista. Mas minha mãe me levou ao dentista porque perdi um dente por cárie. Entrei sozinha no consultório e me lembro desse homem esfregar o pênis no meu braço. É assustador. Fiquei anos sem ir ao dentista, nem sabia que tinha um trauma. E isso se repetiu na vida adulta mais duas vezes, uma delas nesta década, de outro jeito. E não consegui reagir. Vivi três episódios de assédio sexual com dentista.”

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A vida...

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Depressão e Transtorno Bipolar:

“É difícil a gente adoecer sozinha”. Assim Cássia falou para a ‘Marie Claire quando questionada sobre depressão e transtorno bipolar. Ela continua: “Precisamos vigiar as pessoas com quem nos relacionamos, os ambientes. Passei sete anos tomando três medicamentos. Fui a um psiquiatra já dizendo que eu era bipolar, porque conheci uma pessoa que me chamava de bipolar, e pensava que alguma coisa estava errada. Precisava resgatar o cuidado comigo e comecei a ouvir, a me relacionar com quem significava saúde. E fui tirando os medicamentos devagar. Busquei ajuda em outras terapias, autocontrole, budismo, com a vida de Jesus. Lá se vão cinco anos sem medicamento. É uma conquista.”

Jair Bolsonaro e Regina Duarte

Por fim, Cássia fala sobre política para a revista e comenta sobre não ter votado em Jair Bolsonaro para presidente: “Ele não é um homem bom, um homem bom não exclui. Ele exclui mulheres, indígenas, desvalidos, negros, jornalistas...A Regina (Duarte) eu torci para que desse certo. Ela ficou tão pouco tempo que não conseguiu. Eu via a Regina quando tinha 15 anos e chorava, amava vê-la fazendo ‘Malu Mulher’, ‘Irmãos Coragem’. Espero que ela esteja sendo bem acolhida. Não tenho direito de julgar. Não conheço a vida pessoal dela. Não quero fazer parte do grupo de pessoas que fala ‘você fez algo ruim, e eu excluo você'. Nós mudamos a cada dia.”