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Casos de paralisia facial aumentam na pandemia; seria manifestação da covid?

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Durante a pandemia de covid-19, o número de casos de paralisia facial (também conhecida como paralisia de Bell) teve um aumento expressivo. Essa relação tão improvável chamou a atenção de especialistas, e estudos se concentraram justamente em tentar entender de que modo as duas condições conversam.

A paralisia de Bell atinge o nervo facial periférico, mas sua causa ainda não é certa. Ainda assim, a medicina levanta olhares para infecções virais. Em um estudo publicado na National Library of Medicine, o grupo de pesquisadores analisou os anticorpos relacionados ao SARS-CoV-2 em pacientes diagnosticados com a paralisia durante o período pandêmico.

Na ocasião, todos os 41 pacientes entrevistados estavam sem febre, dor de garganta, tosse ou falta de ar. Diante do exame RT-PCR, todos os resultados foram negativos. No entanto, os autores do artigo chamaram atenção para a propensão neuroinvasiva do SARS-CoV-2, com direito a manifestações neurológicas, como síndrome de Guillain-Barré e AVC.

Covid-19 tem relação com paralisia facial?

Cientistas analisam relação entre covid-19 e paralisia facial (Imagem: Rawpixel)
Cientistas analisam relação entre covid-19 e paralisia facial (Imagem: Rawpixel)

Alguns meses depois, a revista JAMA Otolaryngology – Head & Neck Surgery publicou um compilado de estudos que comparam a incidência de paralisia facial em pacientes com covid-19 e em vacinados contra a doença.

No primeiro estudo, de 348.088 pacientes com covid-19 identificados em um banco de dados, 284 (0,08%) tiveram paralisia de Bell em um período de oito semanas após testar positivo para o vírus. Dos 284 pacientes, 153 tiveram paralisia pela primeira vez, enquanto 141 já haviam apresentado antes. O artigo estima um risco relativo de 6,8 de paralisia de Bell entre quem teve covid-19 em comparação com quem foi vacinado.

No segundo estudo, os pesquisadores quiseram saber se a vacina da Pfizer contra covid-19 aumentava o risco de paralisia facial. O artigo abordou 37 pacientes com paralisia, e após uma comparação, chegou a conclusão de que não há associação entre a vacinação e a ocorrência de paralisia facial.

Fonte: Canaltech

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