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Casos de covid-19 batem recordes no mundo; entenda relação com a Ômicron

·3 min de leitura

Na última semana, o número de novos casos da covid-19 bateu novos recordes em todo o mundo. Inclusive, países registraram números inéditos desde o começo da pandemia. O cenário é explicado, em partes, pelo avanço da variante Ômicron (B.1.1.529) do coronavírus SARS-CoV-2.

Entre os dias 22 e 28 de dezembro, quase 900 mil casos foram detectados, em média, por dia em todo o mundo. Nesse cenário, os Estados Unidos, a Austrália e muitos países na Europa ultrapassaram recordes locais de novas infecções da covid-19 registradas em um intervalo de 24 horas.

Novos casos da covid-19 acendem alerta global e há relação com a variante Ômiciron (Imagem: Reprodução/Twenty20photos/Envato)
Novos casos da covid-19 acendem alerta global e há relação com a variante Ômiciron (Imagem: Reprodução/Twenty20photos/Envato)

Aumento de casos da covid-19

Sobre a nova onda da covid-19, o ministro da Saúde francês, Olivier Veran, afirmou que o país enfrenta um aumento "vertiginoso" de casos. Nas últimas 24 horas, foram registrados 208 mil novas infecções. Este é um recorde tanto nacional quanto do continente europeu.

Nos EUA, a média móvel de novos casos é calculada em 258 mil. Até então, o maior pico de diagnósticos da infecção causada pelo coronavírus era de 250 mil, registrado em janeiro deste ano. Atualmente, a variante Ômicron predomina no país.

Vale destacar que o novo aumento de casos da covid-19 está relacionado com as férias de final de ano. Com as festas de Natal e de Réveillon, a tendência é de crescimento na curva de casos para as próximas semanas. Diante desse cenário, autoridades japonesas pediram aos residentes que mantenham pequenas as reuniões de Ano Novo.

Período de férias e festas de final de ano favorecem surtos da covid-19 (Imagem: Reprodução/Unsplash/Elisha Terada)
Período de férias e festas de final de ano favorecem surtos da covid-19 (Imagem: Reprodução/Unsplash/Elisha Terada)

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as comemorações públicas para a virada foram canceladas, por exemplo. Até o momento, os dados da covid-19 ainda mantêm estabilidade no Brasil. No entanto, o cancelamento foi justificado pela chegada da variante Ômicron e o risco de novos surtos da doença.

Na China, nenhum registro oficial da Ômicron foi confirmado até o momento, enquanto o país mantém a sua política de tolerância zero contra a doença. Na terça-feira (28), 151 novos casos da covid-19 foram identificados na cidade Xian e, por causa do surto local, a região está no sétimo dia de lockdown.

Tsunami da variante Ômicron

"Delta [B.1.671.2] e Ômicron são, agora, ameaças gêmeas, elevando os casos a números recordes, levando a picos de hospitalização e mortes", afirmou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, em coletiva de imprensa. "Estou muito preocupado que a Ômicron, sendo altamente transmissível e se espalhando ao mesmo tempo que Delta, esteja levando a um tsunami de casos", explica o diretor-geral da OMS.

Por outro lado, dados preliminares do Reino Unido e da África do Sul apontam para um menor risco de hospitalização e, consequentemente, menor taxa de mortalidade. No entanto, essa suposta vantagem pode ser perdida se o número de casos crescerem de tal forma que as internações voltem a subir e os sistemas de saúde corram risco de entrarem em colapso novamente.

"O que não vimos é a onda [da variante] Ômicron totalmente estabelecida na população em geral", lembra o especialista em emergências da OMS, Mike Ryan. Isso significa que a nova variante pode, sim, ter consequências sérias para a saúde. Até o momento, os dados do Reino Unido, por exemplo, se concentram em pessoas com menos de 40 anos. As próximas semanas devem ser decisivas para entender os reais riscos.

Fonte: Canaltech

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