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Caso Miguel: Madrasta de menino desaparecido no RS é transferida para unidade psiquiátrica; crime terá reconstituição

·2 minuto de leitura

RIO — A madrasta do menino Miguel dos Santos Rodrigues, de 7 anos, foi transferida, nesta quarta-feira, para o Instituto Psiquiátrico Forense, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Bruna Nathiele Porto da Rosa, de 23 anos, e a mãe da criança, Yasmin Vaz dos Santo Rodrigues, de 26, estão presas após esta última ter confessado que espancou, dopou o filho com um antidepressivo, o colocou numa mala e o lançou no Rio Tramandaí, em Imbé, no litoral do estado, na madrugada do último dia 28 de julho.

De acordo com o delegado responsável pela investigação, Antonio Carlos Ractz Júnior, o motivo da transferência de Bruna, conforme o informado pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susep), foi o fato de que ela teria tentado tirar a própria vida. Antes, a mulher estava na Penitenciária estadual Feminina de Guaíba, na Região Metropolitana, onde Yasmin permanece presa.

O delegado informou ainda que requisitou, na noite desta quarta-feira, a reconstituição do crime ao Instituto-Geral de Perícias e aguarda o agendamento da data. Antonio Carlos também pediu a coleta de material biológico de Yasmin e Bruna. Segundo o policial, vizinhos das suspeitas, que moram na área central de Imbé, estão sendo ouvidos.

De acordo com o depoimento de Yasmin à polícia, ela e Bruna saíram da residência com a mala onde estava Miguel e o arremessaram no rio. A madrasta do menino, porém, nega participação no crime e diz que a mãe agiu sozinha. Desde então, o Corpo de Bombeiros faz buscas no Rio Tramandaí pelo menino.

Durante as investigações começaram, a polícia encontrou indícios de que o Miguel era torturado. Na noite desta terça-feira, foram achados cadernos com frases ofensivas que, segundo as investigações, eram copiadas pelo menino: "eu sou um idiota", "não mereço a mamãe que eu tenho", eu sou ladrão", "eu sou ruim" e "eu sou um filho horrível".

Além dos cadernos, a polícia encontrou ainda uma corrente que seria usada para manter a criança presa. As buscas foram feitas em apartamentos onde Miguel morou com Yasmin, no centro de Imbé e no Balneário de Santa Terezinha.

Antes de confessar o crime, a mãe chegou a procurar a polícia, na noite de 29 de julho, para registrar o desaparecimento do menino. A polícia afirma que Yasmin acabou caindo em contradição, o que fez com que os investigadores começassem a desconfiar dela. Depois, ela acabou confessando o crime e teve a prisão decretada pela Justiça.

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